Primeiros Socorros

03/10/2014 06:01 - Atualizado em 03/12/2016 12:39

Alergia ao pólen pode provocar crises de asma e de rinite

Chegada da primavera amplia casos de alergia ao pólen.

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Redação

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A primavera é conhecida como a estação das flores. Nessa época do ano, o clima fica ameno, o sol predomina, as flores desabrocham e a natureza parece ganhar vida. Mas nem tudo é alegria: muita gente sofre com rinites alérgicas e crises de asma provocadas pela alergia ao pólen, cuja presença no ar se intensifica nesse período.

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Alergia pode ser explicada como uma resposta imunológica de defesa diferente da reação que seria esperada, causando alterações indesejáveis no organismo. Trata-se de uma reação muito específica do sistema de defesa do corpo contra substâncias que normalmente são inofensivas à saúde. Pessoas alérgicas geralmente são sensíveis a mais de uma substância, já que as causas do problema são genéticas.

Quando um alergeno – o pólen, no nosso caso – entra em contato com um anticorpo específico, vários elementos químicos são liberados no sangue, acarretando em reações que atingem especialmente o sistema respiratório.

A alergia ao pólen pode ser manifestada como uma doença alérgica no nariz – a famosa rinite alérgica – ou nos pulmões e vias aéreas – a asma ou a hiper-reatividade brônquica.

Casos de alergia ao pólen aumentam na primavera

Por ser um período de intensa florescência das árvores e polinização das plantas, a primavera concentra o maior número de casos de alergia ao pólen. Durante o processo de polinização, os grãos de pólen são levados até as flores por diversos meios, como o vento e os insetos.

Com isso, a quantidade dos grãos no ar sofre um acréscimo considerável, levando ao contato por meio da pele, dos olhos ou do nariz, o que desencadeia a reação alérgica. Dentre as plantas que costumam causar alergia estão os ciprestes, os eucaliptos, os plátanos e a acácia.

Os sintomas mais comuns da alergia ao pólen podem ser confundidos com outros problemas que também afetam as vias aéreas, como gripes e resfriados. Os principais sinais incluem:

- Coriza

- Coceira no nariz e na garganta

- Olhos vermelhos e lacrimejantes

- Espirros

- Tosse seca.

Como prevenir a alergia ao pólen

Como não existe tratamento para a alergia e também não é possível evitá-la, já que a origem é genética, a única forma de amenizar o desconforto é prevenindo as crises alérgicas. Para isso, alguns cuidados são importantes:

- Utilize ar-condicionado com filtro

- Fique o maior tempo possível dentro de casa ou no local de trabalho durante os dias quentes, secos e ventosos

- Use óculos de sol, pois eles ajudam a diminuir o contato do pólen com os olhos

- Tome banho à noite e lave os cabelos para evitar que os resíduos do dia se acumulem no travesseiro ou na cama

- Não coloque roupas que foram usadas em cima da cama. Procure deixar calçados e roupas distantes do quarto

- Use pano úmido para limpeza da casa, e não vassouras e espanadores

- Mantenha os ambientes arejados

- Guarde brinquedos de pelúcia encapados e lave-os frequentemente

- Encape travesseiros e colchões com capas impermeáveis.

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