Dr. Rodrigo da Rosa Filho

ESPECIALIDADE

Fertilidade e reprodução

ONDE ATENDE

Alameda dos Nhambiquaras, 1770 cj 1103, Moema, São Paulo-SP

Dr. Rodrigo da Rosa Filho

Apresentação

Ginecologista e Obstetra com especialização em Reprodução Humana Assistida. Autor de livros sobre o tema, como “Ginecologia e Obstetrícia- Casos clínicos”, lançado em 2013 e co-autor do “Atlas de Reprodução Humana” da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana”.

O que Trata

O médico pode falar sobre todos os temas ligados à infertilidade, desde o diagnóstico até as técnicas mais modernas utilizadas para seu tratamento, como fertilização in vitro (FIV), injeção-citoplasmática de espermatozóides (ICSI), ovodoação, ovorecepção e preservação da fertilidade (congelamento de óvulos, espermatozoides, embriões e tecido ovariano).

Formação Acadêmica

Formado em Medicina pela UNIFESP/EPM (Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina), realizou residência médica em Ginecologia-Obstetrícia pela UNIFESP e residência médica em Reprodução Humana pela UNIFESP.

Cargos e Títulos

Diretor e sócio-fundador da clínica de reprodução humana Mater Prime; professor do curso preparatório de residência médica Medcel.

Mulher

04/12/2015 06:00 - Atualizado em 30/11/2016 01:56

Saiba como engravidar depois dos 50

Fertilização in vitro e ovodoação são dois tipos de procedimentos na tentativa de engravidar acima dos 50 anos.

POR

Dr. Rodrigo da Rosa Filho

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Existe idade limite para ser mãe? A verdade é que cada caso deve ser analisado individualmente, afinal, existem mulheres acima de 50 anos que praticam exercícios regularmente e podem ter uma gestação muito mais saudável que mulheres mais jovens. Sou contra a criação de uma proibição generalizada que impeça uma pessoa de concretizar o sonho de ser mãe.

Com o aumento da idade, no entanto, aumenta a possibilidade de contrair doenças crônicas como diabetes e hipertensão, mas de acordo com as novas regras de fertilização in vitro, determinadas pelo Conselho Federal de Medicina no final de setembro, a paciente interessada e o médico devem assumir o risco, mediante termo de consentimento livre e esclarecido. Antes da mudança, o processo era mais burocrático, pois as mulheres tinham que ter autorização especial do CFM para realizar o tratamento e a confirmação poderia durar semanas ou meses.

Para conseguir engravidar nesta faixa etária, é necessário realizar o procedimento de fertilização in vitro ou de ovodoação, pois a taxa de gravidez acima dos 50 anos com óvulos próprios é quase nula. Embora a expectativa de vida tenha aumentado, a infertilidade é um processo natural, biológico da mulher. Maus hábitos como tabagismo, uso de álcool e sedentarismo podem, inclusive, tornar a menopausa ainda mais precoce.

Qualquer mulher que não tenha contraindicações para receber hormônios pode realizar o tratamento de fertilização in vitro. O processo consiste na obtenção de óvulos através da estimulação controlada dos ovários. Os óvulos obtidos são fecundados em laboratório pelos espermatozóides do companheiro (ou sêmen de doador, se for o caso), gerando o embrião e posteriormente (de 2 a 5 dias) é transferido para o útero. O tratamento inteiro dura cerca de 15 a 20 dias. A chance de gravidez varia de 5% a 70% de chance de sucesso, mas em média a chance de gravidez é de50%. No caso de mulheres acima dos 50 anos com óvulos doados, em até 2 tentativas cerca de 80% conseguem engravidar.

No caso de mulheres com falência ovariana, elas podem recorrer à técnica de ovodoação: recebem embrião, fruto de óvulo de doadora anônima – de até 35 anos – fertilizado com o espermatozóide do marido. Geralmente, as doadoras também precisam realizar tratamento de fertilização in vitro por infertilidade do marido. Pelo método ovodoação compartilhada, a mulher doa parte de seus óvulos para a receptora que pode ajudar no seu próprio tratamento, pagando os medicamentos utilizados. As duas acabam, por fim, se ajudando a realizar o sonho da maternidade, mesmo que não se conheçam pessoalmente.

O custo da fertilização in vitro varia de R$ 12.000,00 a R$ 20.000,00, dependendo da clínica e de cada caso. No processo de ovodoação compartilhada, a paciente receptora de óvulos paga uma parte do tratamento da paciente doadora e o custo para a receptora varia de R$ 17.000 a R$30.000,00, dependendo da clínica. Pelo SUS, apenas alguns centros oferecem tratamentos gratuitos de fertilização in vitro, mas não há programas de recepção de óvulos.


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