Mulher

01/10/2015 09:00 - Atualizado em 03/12/2016 04:47

Outubro Rosa: um alerta, uma luta, uma prevenção, uma vida!

O Especial Outubro Rosa explica para você como surgiu a campanha, quais as probabilidades para esse ano de 2015 e como você pode se prevenir.

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Redação

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Tenho peito! Eu me cuido.

É de forma assertiva que o mês de outubro, através do Outubro Rosa, busca informar e conscientizar a população sobre o que envolve o câncer de mama: fatores de risco, rastreamento e diagnóstico, modalidades terapêuticas e prevenção.

Essa “celebração” anual iniciou-se em 1997 nos Estados Unidos, utilizando como marca registrada um laço rosa lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure em 1990 e distribuído a alguns corredores de rua naquela oportunidade. Disseminando-se de forma muito rápida, chegou aos quatro cantos do mundo em poucos anos, tornando-se um dos grandes movimentos de atenção ao câncer.

A materialização desse movimento extrapolou os laços e é vista, atualmente, em iluminações de prédios e monumentos mundo afora, como no Pão de Açúcar, Torre Eiffel e Opera de Sidney, dentre outros. Camisas em grupos, publicações virtuais, fotos individuais em redes sociais, estratégias corporativas são alguns dos exemplos de como essa ideia faz parte de toda a sociedade nos dias atuais.

O objetivo desde o início e a cada dia mais ressaltado é fazer com que toda essa “comemoração”, toda essa divulgação consiga alertar, em especial às mulheres, sobre a necessidade de prevenir e rastrear o câncer de mama, visto ser esse a neoplasia maligna que mais acomete e mata a população feminina em praticamente todo o mundo.

Vamos aos números?

O câncer é uma das doenças com o maior risco de morte no mundo inteiro. Infelizmente, os números apenas crescem. Segundo os dados do americano Nacional Câncer Institute:

- Os novos casos foram de 124,8 por 100.000 mulheres por ano, já os de óbitos foram de 21,9 por 100.000 mulheres por ano. Estas taxas equivalem entre 2008-2012.

- Risco de desenvolver câncer: Aproximadamente 12,3% das mulheres serão diagnosticadas com câncer de mama em algum momento durante a sua vida, com base em dados de 2010-2012.

- Prevalência desse tipo de câncer: Em 2012, havia uma estimativa de 2.975.314 mulheres que vivem com câncer de mama nos Estados Unidos.

 

Câncer de mama lidera o ranking:

Conforme o Nacional Cancer Institute, o câncer de mama é o primeiro na lista de vários tipos em possibilidades de casos no ano de 2015. Confira a lista abaixo:

Quatro casos, quatro lutas vencidas contra o câncer de mama

Preocupante, não é? No Brasil os números também são alarmantes. Confira: 

Câncer no Brasil:

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil estima-se 57.120 casos em 2015. Já o número de mortes é de 14.388, sendo 181 homens e 14.207 mulheres.

Estimativa de câncer feminina por regiões em 2015:

 

Câncer de mama: como se prevenir

Você sabe o que são fatores de risco?

Fatores de risco são aquelas condições em que o indivíduo está exposto e que aumentam as chances da doença se desenvolver. Dividem-se em dois grupos: os modificáveis (os que podemos excluir de nossas vidas como alimentação, atividade física) e os não modificáveis (aqueles que podemos interferir como sexo, idade).

 

E como diagnosticar a doença?

É importante que se você notar alguma diferença no seu corpo, procure um médico urgentemente para examinar você. Existem três tipos de exames essenciais: a mamografia, a ressonância magnética e a ultrassonografia. Cada uma tem função importante para o seu tratamento. No Especial abaixo, você vai conhecer um conteúdo totalmente explicativo sobre a importância de cada exame.

 

Após a confirmação, qual o próximo passo?

Pronto, o médico confirmou detectou a doença, não se desespere. O próximo passo é saber qual o melhor tipo de tratamento para você, e isso depende de vários fatores, entre eles a idade. A partir disso, o médico vai avaliar se você passará por cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou hormonioterapia.

 

Fica a dica do oncologista Elge Werneck Junior:

Não se esqueça: o câncer não tem cara, não tem idade, não tem endereço: ele pode bater à sua porta. Cuide-se. Previna-se.

 

TAGS
cancer de mama
fatores de risco
diagnóstico do câncer

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