Mulher

08/09/2015 09:20 - Atualizado em 08/12/2016 01:18

Diástase: Saiba como evitar a barriguinha após a gravidez

A cantora Sandy revelou que está lidando com o problema após o nascimento de Theo.

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Redação

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Durante a gravidez, o corpo da mulher sofre uma série de alterações. Uma das grandes preocupações das novas mamães é se, ao final da gestação, tudo volta para o lugar. Na grande parte das vezes, sim. Porém, algumas mulheres podem lidar com a diástase, um deslocamento dos músculos abdominais.

O problema ganhou as redes sociais após a cantora Sandy revelar em um programa de TV que estava "lutando no abdominal" para reconquistar o corpo de antes, após sofrer com a alteração. A artista deu a luz a Theo, seu primeiro filho, em 2014.

bebê e mulher com diástase

Entenda o que é a diástase

Durante a gestação, ocorre o estiramento das fibras musculares. O processo já prepara o corpo para o crescimento do feto e isso afeta todos os órgãos, músculos e tecidos do corpo da mulher. Dependendo do biotipo da gestante, ocorre uma separação maior da linha alba, a linha média que divide o corpo.

O distanciamento costuma ser de entre um e três centímetros, o que pode ser visto quando a barriga é contraída, formando dois grupos separados de músculos. Na maior parte das vezes, essa musculatura volta ao normal até seis meses após o fim da gravidez.

A diástase está bastante associada aos hábitos da mulher durante a gestação. Para quem já tinha o costume de praticar atividades físicas, é possível que a musculatura local tenha uma maior capacidade de extensão. Além disso, a postura e o andar também refletem na fibra muscular e podem colaborar para o desenvolvimento do problema.

Para identificar a condição, faça o autoexame. Deite-se de barriga pra cima e deixe as pernas flexionadas e os pés apoiados no chão. Levante a cabeça, os ombros e o pescoço, em um movimento similar ao do abdominal. Pressione a região do umbigo e verifique se há um afundamento na região.

Como evitar e tratar o problema

sandy com diastaseAntes mesmo da gestação é possível prevenir a diástase. A prática regular de exercícios físicos fortalece a musculatura e traz uma série de benefícios para a saúde da mulher.

Além disso, para aquelas que já estejam no período da gravidez e não pratiquem nenhuma atividade, é possível inserir exercícios de forma saudável.

Caminhada, hidroginástica ou pilates são atividades leves, que colaboram com a saúde da gestante e do bebê.

Além dos exercícios, a alimentação também desempenha um papel importante na prevenção da diástase, pois o ganho excessivo de peso colabora para o estiramento das fibras musculares e aumenta as chances de desenvolver o problema.

Para evitá-lo, procure manter uma dieta equilibrada, rica em nutrientes e regrada. Alimente-se a cada três horas, com pequenas porções.

Ao final da gestação, é possível apostar em cintas, que colaboram para manter a musculatura no lugar sem deslocá-la. Como o abdômen tende a estar flácido, é importante que haja essa sustentação, garantindo melhores resultados no longo prazo.

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Em alguns casos, quando a diástase é expressiva e, portanto, com maior dificuldade de retornar à normalidade, é preciso se submeter a um procedimento cirúrgico. Porém, apenas um médico especializado poderá indicar se esse é o melhor tratamento para o seu caso.

Na maior parte das vezes, a prática de exercício, o cuidado durante as atividades no dia a dia e a alimentação equilibrada são suficientes para manter a musculatura alinhada.

Você já sofreu com diástase? Qual foi o procedimento escolhido para o tratamento? Compartilhe a sua experiência com outra leitoras do Vivo Mais Saudável!

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