Dr. Bruno Ramalho de Carvalho

ESPECIALIDADE

Ginecologia e obstetrícia

Fertilidade e reprodução

ONDE ATENDE

Clínica Saúde da Mulher

Dr. Bruno Ramalho de Carvalho

Apresentação

Ginecologista e obstetra, Bruno Ramalho é especialista em Fertilidade, Reprodução e Saúde da Mulher. 

O que Trata

Ginecologia, obstetrícia, fertilidade e reprodução humana.

Formação Acadêmica

Bacharel em Medicina pela Universidade Federal de Uberlândia, com residência em Ginecologia e Obstetrícia, e Reprodução Humana pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo - FMRP/USP. 

Cargos e Títulos

Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela FEBRASGO e Mestre em Ciências Médicas pela FMRP/USP. Diretor da Clínica Saúde da Mulher e médico assistente do Centro de Assistência em Reprodução Humana GENESIS, em Brasília. Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH) e da International Society for Fertility Preservation (ISFP).

Mulher

16/03/2015 06:00 - Atualizado em 13/11/2016 12:33

Congelamento de óvulos é uma realidade, entenda mais

Novos horizontes têm se aberto às mulheres que precisam ou desejam preservar sua fertilidade, ressalta ginecologista.

POR

Dr. Bruno Ramalho de Carvalho

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O Vivo Mais Saudável traz para você o que há de evolução nas técnicas em laboratório da medicina reprodutiva em artigo do ginecologista Bruno Ramalho, especialista em Fertilidade, Reprodução e Saúde da Mulher. Leia, interaja e compartilhe com casais que desejam engravidar, mas estão preocupados com o relógio biológico feminino.

Congelamento de óvulos

Hoje, além do congelamento (tecnicamente, criopreservação) de espermatozóides e embriões, o congelamento de óvulos é uma realidade. A criopreservação dos óvulos, ou congelamento dos óvulos, pode ser uma excelente alternativa para a manutenção do futuro reprodutivo sem os conflitos e as implicações éticas e religiosas que o armazenamento de embriões pode gerar. 

Embora nem sempre seja possível ou não haja tempo suficiente, esta é uma estratégia a ser considerada na tentativa de conservação da capacidade reprodutiva de mulheres que se submeterão a tratamentos que possam causar danos irreversíveis aos ovários, como a quimioterapia e a radioterapia.

Gravidez após os 35 anos

O congelamento de óvulos também pode ser realizado na tentativa de preservar a fertilidade de mulheres jovens que, por motivos pessoais, desejem postergar a maternidade para depois dos 35 anos, quando geralmente há uma redução significativa da qualidade dos gametas.

Por fim, a técnica pode ser utilizada em centros de assistência em reprodução humana, em ciclos de fertilização in vitro em que se deseja restringir o número de óvulos a serem fertilizados ou proteger as mulheres suscetíveis à síndrome do hiperestímulo ovariano.

Fertilidade tem idade? Veja o que a Medicina Reprodutiva diz

Síndrome de Hiperestímulo Ovariano

Para melhor entendimento, a síndrome de hiperestímulo ovariano (SHO) é complicação resultante da resposta exagerada e idiossincrásica dos ovários à estimulação hormonal em tratamentos de infertilidade. Rara em ciclos para coito programado e inseminação artificial, ocorre em até 10% dos ciclos de indução para fertilização in vitro, com maior risco para as mulheres jovens e as portadoras de ovários policísticos.

Pacientes com SHO desenvolvem quantidade de folículos muito maior do que a desejada, o que pode provocar, além de grande aumento dos volumes ovarianos, distensão abdominal por retenção de líquido e desequilíbrio de funções diversas do organismo; quando grave (0,5% a 2% dos casos), embora transitória, pode requerer hospitalização.

O que você precisa saber sobre congelamento de óvulos humanos:

  • Mulheres jovens que congelaram óvulos terão as mesmas chances de gravidez das de mulheres que, na mesma idade, submetem-se a tratamentos de fertilização in vitro; portanto, a gestação jamais deve ser considerada como garantida;
  • O congelamento de óvulos por indicação "social" ainda é algo muito recente e passível de discussões. Em tese, beneficia mulheres jovens que querem postergar a maternidade, sem que a gestação tardia carregue os riscos da idade correspondente (estudos apontam chances de perda gestacional espontânea de 40% e 75% aos 40 e 45 anos, respectivamente);
  • Sendo assim, pode-se dizer que o congelamento de óvulos por indicação social possibilita "congelar" o potencial reprodutivo da mulher no tempo e dá chance a ela de gestar com maior tranquilidade em época subjetivamente oportuna.

Conheça a seção Gravidez e Filhos do portal e visite nosso Especial #Mulher.

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