Homem

28/11/2014 03:40 - Atualizado em 07/12/2016 09:59

Tire suas dúvidas sobre a reposição hormonal em homens

Reposição hormonal em homens pode ser indicada quando a produção de testosterona cai.

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Redação

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Quando se fala em reposição hormonal, geralmente o tratamento é associado às mulheres e aos sintomas da menopausa. Essa realidade, porém, está mudando: a reposição de testosterona, o principal hormônio masculino, tem se popularizado nos últimos anos.

Como o tratamento ainda está envolto em mitos e preconceitos, principalmente por parte do público alvo, reunimos a seguir algumas orientações para explicar como funciona o processo, quando ele é indicado e quais as contraindicações.

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Produção de testosterona diminui gradativamente

Produzida principalmente pelos testículos, a testosterona é considerada o principal hormônio masculino pela sua ação no organismo. No homem adulto, a atuação está associada à sexualidade, interferindo em aspectos como libido, ereção, produção de sêmen e manutenção de características masculinas presentes desde a puberdade.

Além disso, o hormônio influencia o humor, a sensação de bem-estar e o tônus muscular, entre outros aspectos da vida masculina. Conforme o homem envelhece, a produção de testosterona pode diminuir, num processo chamado de Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM) - popularmente conhecida como andropausa. Estima-se que o declínio seja de até 2% anualmente, a partir dos 50 anos.

Sintomas combatidos pela reposição hormonal

Quando a DAEM é diagnosticada, pode ser necessário repor os níveis de testosterona por meio da reposição hormonal. O tratamento é indicado em casos específicos, mediante avaliação clínica com um médico especializado. Entre os sintomas combatidos, estão:

- Irritabilidade e alterações no humor

- Insônia

- Dificuldade de memorização e concentração

- Cansaço

- Diminuição da libido

- Dificuldades de ereção

- Diminuição de massa muscular

- Queda de cabelos e pelos

O tratamento pode provocar uma melhora significativa na vida do homem com pouca testosterona, aumentando a disposição para tarefas diárias e amenizando os sintomas descritos acima.

Reposição hormonal exige acompanhamento

Assim como acontece no tratamento feminino, o acompanhamento médico é indispensável. Apenas mediante exames laboratoriais específicos será possível analisar o quadro clínico e, se for o caso, prescrever o procedimento.

É importante entender que a reposição hormonal não é uma escolha do paciente. Como boa parte dos procedimentos médicos, a prática envolve riscos. As principais contraindicações dizem respeito à presença de câncer de próstata ou na glândula mamária do homem, pois o tratamento pode acelerar o crescimento desses tumores.

Para prevenir o decréscimo nos níveis de testosterona mesmo na terceira idade, o mais indicado é adotar um estilo de vida saudável. Unir uma alimentação equilibrada à prática regular de exercícios físicos pode contribuir decisivamente para esse processo. Além disso, uma boa noite de sono deve ser valorizada, enquanto hábitos nocivos, como o tabagismo, precisam ser abandonados.

Vale lembrar ainda que o homem precisa se dedicar à saúde com mais atenção a partir dos 40 anos. É necessário, por exemplo, fazer os exames de prevenção das doenças que acometem a próstata, para prevenir complicações: exame de toque retal, PSA e ultrassom da próstata são alguns dos procedimentos comuns. Você é o maior interessado na sua saúde. Fique atento!

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