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14/06/2014 09:00 - Atualizado em 09/12/2016 08:51

Disfunção erétil tem tratamento. Conheça

Disfunção erétil pode ter origem psicogênica, orgânica ou mista.

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Redação

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A disfunção erétil também é chamada de impotência sexual. É quando a popular “falha na hora H” acontece com frequência, ou seja, quando o homem não consegue manter a ereção de maneira que possibilite a penetração vaginal em pelo menos 50% das atividades sexuais. Ocorre com mais frequência em homens acima dos 40 anos. Pode parecer o fim do mundo, mas se você sofre desse problema, fique tranquilo. Existem várias formas de tratar a disfunção erétil – sempre de acordo com a origem do quadro.

Foto: Shutterstock

A disfunção erétil pode ter origem psicogênica (ou seja, relacionada a causas psicológicas), orgânica ou mista (psicogênica e orgânica). Entre os motivos que podem ocasionar a disfunção erétil, podemos listar distúrbios psicológicos, doenças hormonais (como diabetes, queda de testosterona, problemas endócrinos), doenças neurológicas (lesões na medula, mal de Alzheimer e Parkinson), doenças vasculares (que causam entupimento das artérias e veias, prejudicando a chegada do sangue ao pênis, como a hipertensão arterial e aterosclerose), consumo excessivo de medicamentos, alcoolismo e tabagismo. 

Diagnóstico da disfunção erétil

O primeiro passo para tratar a disfunção erétil é conhecer a sua causa. Portanto, primeiro procure um urologista e procure descobrir qual o motivo da perda de potência sexual. Para isso, são realizados exames como o teste de intumescência peniana noturna, utilizando auxílio de equipamento específico, que mede a ereção espontânea em determinada fase do sono; e ecodoppler peniano, que mede o fluxo arterial e identifica eventuais obstruções. Outro método são as intracavernosas, que aumentam o fluxo sanguíneo das artérias, diminuem o calibre das veias e relaxam a musculatura local, produzindo a ereção. O exame é feito no consultório médico, e o remédio faz efeito em 10 a 20 minutos.

Se não for constatado nenhum problema nesses exames, é muito provável que a origem da disfunção erétil seja de cunho psicológico. Nesses casos, o problema costuma ocorrer somente quando há relação sexual com outra pessoa.

Tratamento da disfunção erétil

Existem vários possíveis tratamentos para a disfunção erétil. O mais comum é por meio de medicação oral, ingerindo comprimidos inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5). Um exemplo é o famoso Viagra. Esses remédios aumentam o fluxo sanguíneo para o pênis. Tem efeito aproximadamente 30 minutos depois de tomado e pode durar até mais de quatro horas.

Há medicamentos que são autoinjetados no pênis antes da atividade sexual, desencadeando uma ereção automática; e comprimido de inserção uretral, que faz com que o pênis fique rijo por até uma hora, 10 minutos após ser inserido. Outra saída são as bombas de vácuo, que puxam o sangue para o pênis, deixando-o ereto. Esse dispositivo deve ser utilizado antes de uma relação sexual.

Em último caso, pode ser implantadas próteses, que provocam ereção do pênis. Esse tratamento é feito com um procedimento cirúrgico, no qual são colocadas hastes ou cilindros artificiais no pênis. Também é possível, cirurgicamente, restaurar a ereção reconstruindo as artérias para aumentar o fluxo sanguíneo para o órgão sexual, ou o bloqueando as veias que provocam a fuga do sangue dos tecidos penianos. 

Caso a origem da disfunção erétil seja psicológica, é recomendado o tratamento psicológico. O psiquiatra pode receitar medicamentos que ajudem o indivíduo a contornar o problema.


Se você já passou por esse problema, ou já fez algum desses tratamentos, conte-nos um pouco sobre sua experiência.

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