Homem

28/11/2014 12:26 - Atualizado em 01/12/2016 08:08

Descubra como avaliar o seu nível de disfunção erétil

Estima-se que a disfunção erétil atinja até metade dos homens acima de 40 anos.

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Redação

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Mais comum do que se imagina, a disfunção erétil, também conhecida como impotência sexual, ainda é um tabu para o público masculino. Associada erroneamente à perda de virilidade, a dificuldade em manter a ereção por tempo suficiente para consumar o ato sexual está relacionada a problemas físicos e, em raros casos, psicológicos.

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Disfunção erétil é temida pelos homens

De acordo com uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia, um terço dos homens brasileiros têm mais medo de ficar impotente do que de perder o emprego ou ser traído pela esposa. Tamanho receio, no entanto, é infundado, pois a disfunção erétil tem cura.

Isso não significa, no entanto, que seja fácil contornar o problema. É preciso acompanhamento médico especializado para identificar as causas e poder combatê-las. Como se sabe, o primeiro passo para enfrentar uma disfunção é reconhecer a sua existência. É aí que reside a dificuldade para muitos homens, especialmente os mais conservadores.

Pode ser complicado reconhecer que está tendo dificuldades para satisfazer a esposa sexualmente, mas é preciso coragem para alcançar a resolução do problema. Além disso, é preciso ter em mente que as clínicas especializadas são discretas e os médicos têm experiência para lidar com o desconforto do paciente.

Nesse momento, o apoio e a compreensão da parceira são fundamentais: a impotência é um problema para a vida sexual do casal, e assim deve ser encarada.

Avaliando o nível da disfunção erétil

Ainda de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de metade dos homens acima de 40 anos têm alguma queixa em relação às ereções.

Se você notou alguma dificuldade ultimamente mas não sabe se o problema caracteriza impotência sexual, uma opção é realizar o teste organizado pela SBR, que busca reunir informações a respeito da vida sexual, tratando especificamente da ereção. Discreto e impessoal, o teste avalia o nível da disfunção erétil.

É importante entender que, para que a ereção ocorra, são necessários estímulos físicos e psicológicos. Quando esses sinais chegam ao cérebro, a circulação sanguínea na região genital é estimulada e os corpos cavernosos do pênis se dilatam, permitindo um fluxo de grande quantidade de sangue no local.

O aumento do fluxo sanguíneo faz com que o pênis se enrijeça e fique ereto, ao inchar os vasos de sangue específicos da região.

Atenção aos fatores de risco

Na grande maioria dos casos, a disfunção erétil é ocasionada por fatores físicos, como alterações na circulação sanguínea, distúrbios hormonais e doenças no pênis. Estar atento aos fatores de risco e conhecer as causas do problema é a principal medida para garantir a efetividade de um tratamento futuro. Entre os principais, podem ser citados os seguintes:

- Alterações de caráter hormonal

- Tabagismo

- Diabetes mellitus

- Doenças que afetam o sistema cardiovascular, como hipertensão arterial

- Doenças crônicas

- Doenças no pênis, fibrose, cistos ou tumores

- Medicamentos (principalmente quando utilizados indiscriminadamente): vasodilatadores, anti-hipertensivos, antidepressivos, hipoglicemiantes e ansiolíticos

- Substâncias entorpecentes: maconha, crack, cocaína, heroína, LSD, entre outras

- Alcoolismo e consumo excessivo de álcool

- Cirurgias invasivas (principalmente abaixo da região abdominal, como a cirurgia de remoção do câncer de próstata)

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