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24/05/2015 04:50 - Atualizado em 10/11/2016 09:47

Normas de segurança alimentar garantem refeição de qualidade

Orientações determinadas no mundo todo asseguram alimentos seguros e nutritivos.

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Redação

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O conceito de segurança alimentar consiste em um conjunto de normas para a produção, o transporte e o armazenamento dos alimentos. As regras devem ser seguidas para atender às necessidades comerciais e sanitárias, garantindo assim que os produtos sejam adequados para um consumo seguro e saudável.

As normas também asseguram às pessoas o acesso a uma alimentação que seja suficiente e nutritiva. Várias organizações pelo mundo formulam e implementam políticas locais de segurança alimentar seguindo o programa conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

seguranca alimentar

Entenda as normas de segurança alimentar

Para garantir a segurança alimentar, é preciso evitar alguns perigos, que podem ser de origem biológica, química ou física. Entre os perigos biológicos estão os micro-organismos - protozoários, fungos, bactérias e vírus -, principais causas de contaminação de alimentos. Eles podem causar intoxicações alimentares e outras complicações no organismo.

Já os perigos físicos são a existência de corpos estranhos nos alimentos, como pedaços de metal, borracha, plástico ou vidro. A contaminação física do produto pode ocorrer durante o processamento ou o preparo dos alimentos, vindo dos próprios equipamentos utilizados, que podem soltar peças.

Compostos tóxicos, irritantes ou que não sejam habitualmente usados como ingredientes, como mercúrio e outros metais pesados, são considerados perigos químicos. Podem ser agrotóxicos, hormônios sintéticos, antibióticos, detergentes, entre outros. Desde a etapa de produção até chegar ao consumo, os alimentos podem ser contaminados dessa maneira.

Para evitar essas contaminações, existem diferentes normas com orientações de segurança alimentar para cada tipo de processo e de alimento. Esses requisitos foram definidos pelos sistemas de Análise de Riscos e de Pontos Críticos de Controle (HACCP), de acordo com as regras do Codex Alimentarius, programa conjunto da OMS e da FAO.

Várias organizações formulam e implementam políticas locais, que têm como finalidade proteger a saúde da população, assegurando práticas eficientes no comércio regional e internacional de alimentos. No Brasil, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) auxilia na formulação de políticas do governo para garantir o direito dos cidadãos a alimentos seguros.

Como garantir alimentos mais seguros

Devido à quantidade de produtos alimentícios disponíveis, à complexidade da cadeia de distribuição e à própria natureza humana, produzir alimentos seguros não é uma tarefa fácil e exige cuidados.

Os procedimentos básicos são o controle da fonte, do desenvolvimento e do processo, mantendo práticas higiênicas durante a produção, o processamento, a manipulação, a distribuição, a estocagem, a venda, a preparação e a utilização dos produtos.

Diversos fatores contribuem para prejudicar a segurança alimentar e aumentar os riscos de contaminação. Entre as principais causas, está a temperatura inadequada durante cozimento, refrigeração e armazenamento, além da higiene pessoal insuficiente e da contaminação cruzada entre alimentos crus e processados.

Que cuidados você toma para conservar os alimentos? Conte para nós! E continue acompanhando o Vivo Mais Saudável para conferir mais dicas de saúde.

TAGS
intoxicação alimentar
nutrição
conservação dos alimentos
cadeia produtiva

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