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29/03/2015 03:34 - Atualizado em 09/12/2016 06:07

Cistite pode atrapalhar a relação sexual

Dores genitais e sangramento podem impedir relação sexual da mulher com cistite.

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Redação

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Doença muito comum nas mulheres, a cistite provoca dores ao urinar, incômodo na região do abdômen e aumento da frequência para ir ao banheiro. Sangramento e febre também podem acontecer em alguns casos. Apesar de não ser sexualmente transmissível, pode causar desconforto durante a relação sexual.

Existem tratamentos eficientes para a doença. Porém, como é causada por uma bactéria, ela é capaz de evoluir e atingir a bexiga, os rins e todo o sistema urinário. Saiba por que a cistite está relacionada ao sexo e conheça os meios de prevenir e tratar esse problema.

cistite

Como a cistite se desenvolve?

Tratada facilmente, a cistite não é uma doença grave. Porém, pode evoluir e causar danos no aparelho urinário. Uma infecção por bactéria dá origem ao problema, que acaba inflamando a bexiga. O quadro pode ser agravado pela relação sexual.

Durante o sexo, o corpo entra em contato com diversas bactérias. Quando uma delas entra no canal urinário, tanto masculino quanto feminino, provoca a doença. A uretra possui cerca de 4cm, o suficiente para que uma bactéria passe com facilidade até a bexiga, provocando o incômodo que leva à infecção.

No entanto, o sexo é apenas uma das formas de ser contaminada. Entre outros fatores que causam o quadro infeccioso, estão a retenção de urina, pouca higiene pessoal e uso de roupas íntimas muito apertadas. Quando o corpo não consegue transpirar corretamente, contribui para proliferar bactérias, o que acontece no caso das roupas justas.

Uma vez diagnosticada com cistite, não é recomendável manter relações sexuais, pelo menos até que os sintomas sejam atenuados. O ato pode causar desconforto e dor. Quando for estabilizado o quadro infeccioso, a atividade pode retornar a ser como era, sendo o preservativo uma forma de evitar novos contágios.

Prevenção e tratamento da cistite

A principal forma de prevenção da doença é feita antes e depois da relação sexual. Duas práticas simples podem ser realizadas para evitar o problema: urinar depois do sexo e ingerir, no mínimo, dois litros de água por dia. A urina possibilita que grande parte das bactérias seja eliminada, limpando o organismo após a relação.

Beber água permite que o corpo esteja sempre hidratado, além de aumentar a frequência urinária, que combate as impurezas acumuladas na região genital. Alimentação equilibrada, repleta de alimentos saudáveis e fibras, também é um meio de prevenir a doença.

Exercícios físicos fazem com que o corpo elimine toxinas por meio do suor e melhore o funcionamento do sistema imunológico.

O tratamento da cistite é feito logo após a apresentação dos primeiros sintomas. O médico que recomenda os medicamentos ou procedimentos para curá-la é o ginecologista ou o urologista.

Como uma bactéria se aloja no organismo, a automedicação pode acarretar riscos para o tratamento. Siga sempre as recomendações dos especialistas e somente tome os medicamentos indicados por eles.

Além das relações sexuais, também deve ser evitado o consumo de álcool durante o tratamento. Bebidas alcoólicas podem reduzir ou cortar totalmente o efeito de antibióticos, além de provocar reações adversas no organismo, que já está fragilizado em função da doença.

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bexiga
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