Criança

11/11/2014 06:00 - Atualizado em 21/11/2016 12:06

Vacinação infantil ajuda a elevar expectativa de vida no país

Vacinação infantil é essencial para garantir a saúde dos pequenos.

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Redação

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Talvez nenhum indicativo seja tão sintomático da melhora da saúde pública verificada com o passar dos anos quanto a elevação da expectativa de vida. Segundo o IBGE, a expectativa de vida do brasileiro aumentou de 62,5 anos em 1980 para 74,1 anos em 2011. Entre os principais motivos para esse acréscimo, estão as campanhas de vacinação, especialmente no que concerne à vacinação infantil.

Na história recente da medicina, a criação das vacinas é a evolução mais significativa para o combate e a prevenção de doenças: há, inclusive, quem considere esse o avanço médico de maior êxito na saúde pública até hoje.

A relação é fácil de entender: seguindo as recomendações da cartela de vacinação e buscando imunizar-se plenamente, o ser humano fica protegido contra várias doenças infectocontagiosas e, consequentemente, aumenta as chances de viver por mais tempo. Nesse contexto, as campanhas nacionais, direcionadas principalmente à vacinação infantil, assumem um papel de protagonismo.

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Campanhas de vacinação infantil são fundamentais

Também conhecida como paralisia infantil, a poliomielite foi uma das doenças infantis mais temidas do século passado. Impossíveis de combater, as epidemias de pólio causaram deficiências físicas em milhares de pessoas, tendo, como principal alvo, as crianças.

No Brasil, a doença foi erradicada em 1990, mas a vacinação continua sendo fundamental para prevenir possíveis epidemias: a campanha nacional de vacinação contra a poliomielite e o sarampo, por exemplo, voltada a crianças entre seis meses e cinco anos de idade, encerra-se no dia 22 de novembro.

Além de erradicar doenças como a paralisia infantil, a varíola e o sarampo, a vacinação infantil foi responsável pela redução dos índices de pacientes com tuberculose e hepatite. Infecções virais, como a gripe e a catapora, também são combatidas por meio de vacinas.

Foco está no fortalecimento do sistema imunológico

De um modo geral, as vacinas - sejam elas voltadas a crianças, adultos ou idosos - são compostas por vírus ou bactérias capazes de trazer malefícios ao organismo. Esses agentes são previamente atenuados em laboratório, de modo que, ao entrar em contato com o organismo, estimulam a criação de anticorpos, mas não agridem a saúde.

Dessa maneira, é desenvolvida a memória imunológica: a produção antecipada de anticorpos específicos faz com que, em caso de infecção no futuro, haja um reconhecimento do vírus ou bactéria, o que contribui para uma resposta imediata e eficaz, capaz de proteger o organismo.

Vacinação infantil lidera no número de indicações

A maior parte das vacinas é voltada à população infantil, a fim de evitar infecções o quanto antes e proteger um organismo comprovadamente mais frágil. Isso não significa, no entanto, que um adulto ou idoso que não foi vacinado na infância não possa receber a dose, pelo contrário. As vacinas podem ser aplicadas por meio de injeção ou via oral. No Brasil, as principais doenças, bactérias e vírus combatidos pelas vacinas são:

- Tuberculose

- Poliomielite (paralisia infantil)

- Difteria, Tétano, Coqueluche e Meningite (Vacina Tetravalente)

- Sarampo, Rubéola e Caxumba (Tríplice Viral)

- Hepatite B

- Febre Amarela

- Rotavírus

- Pneumococo conjugada

- Meningococo conjugada

- Varicela

- Influenza (gripe).

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