Criança

14/08/2014 01:47 - Atualizado em 21/10/2016 11:36

Rubéola oferece riscos à saúde infantil, mas vacina é eficaz

Com sintomas semelhantes aos de outras doenças, a rubéola tem diagnóstico precoce prejudicado.

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Redação

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Rubéola é uma doença que atinge principalmente as crianças, mas as mulheres grávidas também precisam tomar muito cuidado com ela. Essa enfermidade possui sintomas muito corriqueiros e que, por vezes, podem passar despercebidos por algumas pessoas.

Saiba mais sobre a rubéola

A doença é uma infecção contagiosa. Ela pode ser transmitida através do ar e é mais conhecida pelas manchas vermelhas que causa na pele. Em gestantes, a doença também pode ser transmitida diretamente para o filho que está no útero, através do contágio da mãe.

rubeola

Fique atento aos sintomas

A rubéola pode causar uma série de sintomas. Porém a maioria deles também podem ser atribuídos a outras doenças, o que dificulta a identificação do problema logo que ele surge.

- Dor de cabeça: O clássico incômodo na região da face.

- Febre: Temperatura corporal muito alta.

- Coriza: Secreções no nariz, que resultam em espirros constantes.

- Dor para engolir: Incômodo na região da garganta para engolir comidas e bebidas.

- Manchas vermelhas: As manchas surgem primeiro no rosto e depois se espalham pelo resto do corpo.

- Dor muscular: Dor no corpo inteiro.

Como detectar e tratar a rubéola

Em razão de os seus sintomas poderem ser atribuídos a várias outras doenças, a rubéola, muitas vezes, não é diagnosticada logo cedo. Mas um exame sorológico pode confirmar, ou não, a existência da doença.

As crianças que possuem entre cinco e dez anos de idade são as principais vitimas desse problema. Porém outras pessoas que devem tomar muito cuidado são as gestantes. Se a mãe contrair a doença no período da gestação, pode ocorrer um aborto, a criança nascer morta ou mesmo com problemas de má formação.

Para quem já contraiu a rubéola, não existe remédio que possa curá-la. O ideal é que se tome remédios, como antibióticos e paracetamol, para amenizar os principais sintomas. Ficar em repouso no período mais crítico da doença também é uma recomendação.

Como prevenir

Crianças com cerca de treze meses são submetidas à vacina, que as torna imunes à rubéola. Uma nova dose dessa vacina deverá ser feita entre os cinco anos de idade. Nesse caso, as pessoas estarão imunes até o fim da vida.

Pessoas que não receberam a vacina na infância, podem e devem recebê-la na fase adulta. No entanto, mulheres grávidas não devem receber a dose e, mulheres que estejam em idade fértil, devem aguardar trinta dias para engravidar.

Outra medida bastante óbvia, mas igualmente eficiente, é evitar o contato com pessoas que já estejam com a doença. O alerta fica porque a doença pode ser repassada adiante em até dez dias antes das manchas vermelhas aparecerem. E mesmo cerca de duas semanas após o fim da doença, ela ainda poderá ser repassada adiante.

Por mais que a rubéola não traga efeitos mais severos, é preciso que o tratamento seja seguido de forma adequada. As gestantes são as primeiras que devem tomar cuidado e adotar todas as precauções possíveis.

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