Dr. Marcus Renato

ESPECIALIDADE

Puericultura

Pediatria

Amamentação

ONDE ATENDE

Rua Carlos Gois, 375/ sala 404, Leblon - Rio de Janeiro

Dr. Marcus Renato

Apresentação

Pediatra graduado pela UFRJ com especialidade em puericultura, ou seja, nos cuidados com o desenvolvimento infantil desde a fase pré-natal, e amamentacão com atuação clínica no atendimento a nutriz (mulheres na fase de amamentação).

 

 

O que Trata

Pediatria, Puericultura e Amamentação.

Formação Acadêmica

Especialista em Medicina Preventiva e Social pelo IMS/UERJ. Mestrado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz. Especialista em Amamentação pelo International Board Certified Lactation Consultant desde 2001. Especialista em Comunicação & Saúde pelo ICICT - FioCruz.

Cargos e Títulos

Docente da Faculdade de Medicina - UFRJ e do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina - UFRJ. Editor do www.aleitamento.com. Organizador do livro “Amamentação - bases científicas” e coautor do livro “Da Gravidez à Amamentação”. Coordenador do Curso de Especialização em Atenção Integral à Saúde Materno Infantil da Maternidade Escola da UFRJ desde 2006. Preceptor da Residência Multiprofissional em Saúde Perinatal da Maternidade Escola desde 2010. Presidente do I e II Congresso Virtual de Aleitamento Materno (2011 e 2013).

Criança

20/07/2014 09:00 - Atualizado em 02/12/2016 07:10

É preciso se “preparar” para AMAMENTAR?!

Por Dr. Marcus Renato, pediatra

POR

Dr. Marcus Renato

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O Vivo Mais Saudável em parceria com o portal aleitamento.com está preparando uma série de conteúdos com informações sobre amamentação, um tema tão importante para a saúde de todos, mas que ainda apresenta taxas mundiais muito abaixo dos níveis recomendados pelos órgãos de saúde, principalmente no Brasil. Aumentar a taxa de amamentação exclusiva e a duração mediana de aleitamento materno tem sido um desafio no mundo. De 1 a 7 de agosto é a Semana Mundial da Amamentação, está chegando. Veja o que o Dr. Marcus Renato fala sobre o tema a seguir, acompanhe nossas matérias sobre o tema e compartilhe, os bebês agradecem!

Começando a jornada

Quando decidimos viajar para um lugar desconhecido, fazemos planos, nos organizamos: calculamos a distância, nos preocupamos onde iremos nos abrigar, o que iremos comer, providenciamos um levantamento de custos, perguntamos a amigos como foi sua experiência, compramos um guia, visitamos sites – selecionando os confiáveis... Geralmente não viajamos sozinhos, e por isso envolvemos nossos parceiros nessa aventura, mesmo os que não irão, mas estão pertos de nós.

Por que se dedicar ao aleitamento de nossos filhos?

Amamentar não é “automático”, parece simples, mas é um fenômeno psicossomático complexo, com variáveis socioculturais determinantes.  Amamentar não é instintivo, uma fatalidade biológica como nos outros mamíferos. Nós somos animais mais “complicados” e inventamos “leite fraco”, “pouco leite”, mamadeiras, chupetas, bicos de silicone, pomadas, protetores de mamas, conchas, almofadas, sutiãs... uma parafernália de produtos dispensáveis.

Sinto que há preocupação excessiva com a compra de enxoval e equipamentos infantis. Há uma moda de ir ao exterior para comprar tudo o que o bebê “precisa”. Gasta-se uma pequena fortuna, mas se descuida do mais importante, o preparo da nossa “cabeça” com informação atualizada, com troca de experiências, com livros interessantes e até aplicativos e serviços de SMS para celular que já temos disponíveis.

Por que não se dedicar em um curso de preparação para o parto? Poderia ser tão normal quanto marcar uma consulta pediátrica pré-natal. Recomendo aos futuros pais: Conversem com Obstetras, Pediatras, Obstetrizes, Enfermeiras Obstetras, Nutricionistas, Fisioterapeutas, Doulas, Parteiras, com Psicólogos Perinatais.

E o mais importante, entendam que mudaram muito as recomendações sobre amamentação nas duas últimas décadas, temos que envolver as avós e avôs do futuro bebê com estes novos conhecimentos. Atualmente, a amamentação deve ser exclusiva, sem águas, chás, sucos. Não oferecemos mais mamadeiras e chupetas, não utilizamos cronômetros para controlar o tempo das mamadas, não se preparam mais os mamilos e aréolas passando buchas, pegando sol, fazendo exercícios mamilares. E nem liberamos as narinas do bebê com a mão em tesoura na mama, sabendo amamentar, mesmo com o nariz encostado no peito o lactente consegue mamar bem.

Na volta ao trabalho, aos 6 meses começamos com papinhas de legumes, de frutas e não damos outros leites e usamos copinhos e colheres. Muitos governos e empresas já ofertam licença de 6 meses para permitir que a amamentação exclusiva se prolongue o máximo possível e prossiga até os 2 anos ou mais.

Já temos bem estabelecidas as múltiplas vantagens de amamentar e do leite materno para as mulheres, para os bebês - benefícios que se prolongam por toda a vida, inclusive prevenindo doenças crônico-degenerativas e alergias na idade adulta e não só infecções como supúnhamos até recentemente.

Vale a pena esse investimento de tempo e de um pouco de recursos para que os novos pais façam essa viagem inédita para esse lugar fantástico – a maternidade e a paternidade prazerosa e consciente.

Conheça alguns grupos que podem ajudar as futuras mamães:

Grupo de Mães Amigas do Peito

Blog Amamentar é Tudo de Bom

Facebook Aleitamento.com

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