Criança

15/02/2016 10:00 - Atualizado em 08/11/2016 01:52

Câncer na infância: Ajude seu filho a superar a doença

Dia 15 de fevereiro marca luta dos pequenos contra o câncer.

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Redação

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Ninguém gosta de ficar ou de ver alguém da família doente, muito menos quando se trata de crianças. A família inteira fica fragilizada. Em casos de câncer na infância, além da força e do amor, a informação é uma grande aliada para ajudar os pequenos.

O tema é tão delicado que tem até uma data específica: o dia 15 de fevereiro é utilizado para marcar a luta internacional contra o câncer na Infância. O objetivo da campanha é a conscientização a respeito do diagnóstico precoce para o aumento das chances de cura. Ela foi criada pela Confederação Internacional de Pais de Crianças com Câncer (ICCCPO).

menina com câncer na infância

O câncer na infância

O câncer na infância é mais raro que entre adultos, pois, em geral, o maior fator de risco é o próprio envelhecimento. Ou seja, não há uma causa específica para ser prevenida. Os principais tipos da doença entre os pequenos são a leucemia, que afeta os glóbulos brancos, tumores do sistema nervoso central e os linfomas, no sistema linfático.

Para que o diagnóstico precoce seja possível, portanto, é importante estar atento aos sinais, que muitas vezes podem ser confundidos com os de outras doenças. Merecem atenção sintomas como dor pelos ossos, marcas roxas pelo corpo, dores de cabeça ou abdominais frequentes, vômitos matinais, febre persistente, emagrecimento e sangramentos.

Tudo aquilo que fugir do normal ou não tiver causa aparente pode ser motivo para procurar um médico. Quanto antes for identificada a doença, maior a chance de cura e menor o risco de sequelas.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que em torno de 70% das crianças e dos adolescentes acometidos pela doença no país possam ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. Além disso, poderão ter boa qualidade de vida após o tratamento adequado.

Como lidar com a situação

Os pais e a família em geral podem ajudar tendo algumas informações em mente. A primeira é a de que, cada vez mais, existem novos tratamentos sendo descobertos para o câncer infantil e um número maior de crianças se cura. O diagnóstico não significa uma sentença de morte.

Embora não hajam vacinas ou medicamentos preventivos, também não há contaminação por câncer. Ele não é contagioso ou transmitido pelo contato; não significa que, se um irmão tiver a doença, os outros também terão.

Além disso, os pais precisam se lembrar de que as demais crianças da família não devem ser negligenciadas, mas ouvidas. É importante conversar com os irmãozinhos para explicar a situação. Aí, dentro do possível, tanto os pequenos quanto os adultos deve tentar seguir as atividades normais na escola, no trabalho e inclusive nos momentos de lazer.

Os pais precisam estar preparados para todas as mudanças pelas quais a criança com câncer irá passar. Elas podem envolver a perda dos cabelos devido à quimioterapia, ou então alterações de rotina e de ambiente. Os especialistas indicam que a confiança e o diálogo, embora difíceis, são altamente recomendáveis, pois mentir, evitar assuntos ou se ausentar pode ser ainda mais prejudicial.

Tirou suas dúvidas sobre câncer na infância? Deixe um comentário! E aproveite para conferir outras dicas de saúde aqui no Vivo Mais Saudável.

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