Criança

07/01/2015 02:30 - Atualizado em 24/11/2016 06:47

Anomalias congênitas: Saiba como detectar o problema

Algumas das anomalias congênitas podem ser identificadas ainda no útero da mãe.

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Redação

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As anomalias congênitas são deformidades físicas identificadas nos bebês antes ou durante o nascimento. Estima-se que 4% dos recém-nascidos no mundo todo apresentem alguma das suas formas graves de manifestação. Parte delas, no entanto, só são descobertas durante o desenvolvimento da criança, nem todas resultado em problemas de maior seriedade.

anomalias congenitas

Diagnóstico das anomalias congênitas

A maioria das anomalias congênitas mais sérias pode ser diagnosticada ainda antes do nascimento do bebê, durante a rotina de pré-natal. Muitas vezes, inclusive, o tratamento pode ser feito enquanto o feto AINDA stá no útero. O mais comum, no entanto, é realizar as correções necessárias logo depois do parto ou do diagnóstico da criança mais velha.

Existem ainda as raras anomalias que não necessitam de nenhum tratamento e outras que, infelizmente, não podem ser tratadas. Como consequência, deixam a criança incapacitada de forma permanente.

Não há causas específicas para o problema. O que se sabe é que certos fatores aumentam o risco de desenvolver anomalias, como o défcit nutricional da mãe, a exposição à radiação, uso de certos fármacos e de álcool por longos períodos ou durante a gravidez.

Teratógenos, os indutores das anomalias

Fatores ou substâncias que possam induzir ou reforçar o risco do desenvolvimento de anomalias congênitas recebem o nome de teratógenos. Além disso, há infecções comumente contraídas durante a gravidez que também podem ser teratógenas, especialmente a rubéola. Para proteger-se, toda mulher que não teve a doença deve vacinar-se antes de tentar ficar grávida.

Toda grávida que for exposta a algum teratógeno deve informar seu médico e seguir à risca o tratamento pré-natal. Ele é importante para saber se o bebê foi afetado por alguma anomalia congênita.

Relação entre fatores nutricionais e anomalias congênitas

Uma das principais substâncias necessárias para o desenvolvimento apropriado do bebê é o ácido fólico. Uma quantidade insuficiente de ferro na dieta da mãe aumenta o risco do feto sofrer alterações malignas no tubo neural.

Portanto, é recomendado que as mulheres em idade fértil consumam pelo menos 400 mg de fosfato por dia, antes mesmo de engravidar. Para as grávidas, o ideal é que sejam ingeridos suplementos vitamínicos em quantidades apropriadas, além de seguirem uma dieta rica em nutrientes de todos os tipos.

Atenção aos riscos uterinos

O líquido amniótico envolve o feto dentro do útero e protege-o das lesões. Alterações na quantidade desse líquido podem indicar ou causar alguma anomalia congênita. A existência de pouco líquido amniótico pode interferir no desenvolvimento dos pulmões e das extremidades ou indicar uma anomalia renal que dificulta a produção de urina.

Já maiores quantidades de líquido amniótico acumulado podem ocorrer quando o feto tem dificuldade na função de engolir, um problema que pode ser causado por uma grave doença cerebral, como a anencefalia.

Pronta para se prevenir das anomalias congênitas? Então deixe um comentário! E não esqueça de curtir nossa página no Facebook para ficar ligado em todas as novidades do Vivo Mais Saudável.

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