Dr. Bruno Acatauassú

ESPECIALIDADE

Alergia e Imunologia

ONDE ATENDE

Rua dos Mundurucus , 3100/ sala 2101 - Cremação

  • (91) 3242-5260

Dr. Bruno Acatauassú

Apresentação

Tem experiência na área Alergia e Imunologia Clínica, atuando principalmente nos seguintes temas: asma bronquica, rinite alérgica e probióticos com ação no sistema imunológico. Tem experiência em Educação Médica, sobretudo na área de Metodologias Ativas de Aprendizagem, com ênfase a Aprendizagem Baseada em Problemas.

O que Trata

Atua principalmente em casos de asma bronquica, rinite alérgica e probióticos com ação no sistema imunológico.

Formação Acadêmica

Possui graduação em Medicina pela Universidade do Estado do Pará (1990), Mestrado em Pediatria e Ciências Aplicadas à Pediatria pela Universidade Federal de São Paulo (1997) e Doutorado em Pediatria e Ciências Aplicadas à Pediatria pela Universidade Federal de São Paulo (2010).

Cargos e Títulos

Doutor em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo, professor adjunto de pediatria da Universidade do Estado do Pará, professor-tutor do curso de Medicina do Centro Universitário do Pará.

Clínica Geral

30/05/2014 09:00 - Atualizado em 21/11/2016 01:29

Você conhece o seu sistema imunológico?

Imunologista explica como ele funciona

POR

Dr. Bruno Acatauassú

  • +A
  • -A

Saber como seu sistema imunológico funciona pode fazer toda a diferença na prevenção de doenças e até em tratamentos. O médico imunologista Bruno Acatauassú tira algumas dúvidas e ajuda você a entender e potencializar sua imunidade.

1. Um sistema imunológico equilibrado e saudável significa um organismo livre de doenças?

Infelizmente não, por vários motivos. Primeiro porque existem fases da vida onde, mesmo ele estando equilibrado, ele está imaturo ou deficiente, como nos extremos da vida. Na infância, até os 2 ou 3 anos de idade existe um período de imunodeficiência fisiológica, onde as crianças já perderam os anticorpos herdados durante a gravidez e ainda não desenvolveram totalmente sua imunidade própria. Por isso, neste período adoecem com mais frequência, estão mais vulneráveis e necessitam bastante das imunizações contra doenças imunopreveníveis. Na senescência, ou envelhecimento, existe uma queda da imunidade também fisiológica com diminuição, sobretudo qualitativa, na função de células imunológicas e de anticorpos.

Pesquisas, prevenção e tratamentos: Saiba tudo sobre a saúde das crianças.

2. O que pode influenciar o sistema imunológico, deixando-o menos eficiente?

Além dos extremos da idade, o sistema imunológico recebe influências de vários outros sistemas, como, por exemplo, o sistema nervoso. Não é raro observarmos indivíduos com alterações emocionais começarem a apresentar infecções de repetição, pois hormônios e neurotransmissores influenciam diretamente a função das células imunológicas. E por falar em hormônios, as variações hormonais também provocam alterações imunológicas, como o climatério (transição do período reprodutivo ou fértil para o não reprodutivo) ou períodos pré-menstruais que podem estar associados à diminuição na resistência imunológica.

Sua mente ajuda ou atrapalha seu bem-estar? Descubra agora com o Teste de Saúde Emocional.

3. É possível fortalecer o sistema imunológico de alguma maneira e assim prevenir algumas doenças?

De maneira 100% eficaz, não! Mas existem estratégias cientificamente comprovadas que podem modular melhor o sistema imunológico e, com isso, prevenir ou protelar o aparecimento de doenças infecciosas ou imunomediadas, como as alergias. Estratégias simples e naturais como: estimular o parto normal e o aleitamento materno exclusive, por no mínimo 6 meses, podem formar uma microbiota intestinal mais adequada que ajuda na maturação e desenvolvimento do sistema imunológico, além do leite materno ser rico em anticorpos e outros elementos que reforçam nossa imunidade.

Antes, durante e depois: Saiba tudo sobre Gravidez e Filhos e acompanhe sua gestação semana a semana.

4. Se a microbiota é muito importante para nossa imunidade, o uso de probióticos ou outros alimentos funcionais estariam indicados?

Sim! Além de uma alimentação equilibrada, adequadamente balanceada em todos os seus macro (proteínas, carbohidratos e lipídeos) e micronutrientes (como as vitaminas, por exemplo), o uso de probióticos, como lactobacilos e bifidobactérias, promovem uma adequada imunomodulação e diminuem a incidência de doenças infecciosas comuns, como: resfriados, gripes e infecções gastrintestinais. Estudos científicos mostram que, sobretudo, em indivíduos de risco, como crianças menores de 3 anos e idosos maiores de 60 anos, o uso de probióticos de maneira prolongada, principalmente a espécie de lactobacilos casei defensis, diminui estatisticamente o número de infecções respiratórias e gastrintestinais.

Sua saúde está em dia? Clique aqui e saiba todos os exames indicados para você.

Esperamos que o Dr. Bruno tenha esclarecido algumas de suas dúvidas! Fique de olho na seção Eles explicam para mais artigos, dicas e entrevistas de nossos especialistas!

E não esqueça de curtir a página do Vivo Mais Saudável no Facebook para receber informação que faz bem todos os dias!

Comentários

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

SERVIÇOS PARA VOCÊ