Clínica Geral

22/04/2015 08:33 - Atualizado em 21/11/2016 11:52

Pintas que mudam de tamanho são motivo de alerta

Melanoma, o mais agressivo tipo de câncer de pele, surge através de pintas ou manchas.

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Redação

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Uma simples marquinha na pele não apresenta perigo, então por que se preocupar? Essa é uma dúvida de muitas pessoas que ainda não conhecem o lado maligno das pintas. Um dos tipos de câncer de pele mais agressivos, o melanoma, tem início através de uma marca.

No entanto, em grande parte dos casos, realmente não há por que se preocupar. As pintas são bastante comuns e costumam ser apenas manchas benignas que nascem na pele. Desde a infância, elas se desenvolvem de várias maneiras. Conheça mais sobre essas marcas e saiba quando você deve prestar mais atenção.

pintas

Pintas ou melanoma?

Os dermatologistas classificam as pintas como lesões planas ou elevadas, que podem variar de cor, indo do próprio tom de pele da pessoa ao preto. Elas podem ter causa congênita, desde o nascimento, ou serem adquiridas com o tempo.

Quanto ao tamanho, elas são pequenas ou mesmo gigantes, marcando de forma singular uma parte do corpo. Quem não conhece a pinta na boca de Marilyn Monroe ou a da coxa de Angélica? Essas são algumas das celebridades que tiveram seu charme associado às marcas na pele.

Uma pinta geralmente é benigna, mas pode se tornar câncer. Nesse caso, é preciso um exame para detectar anomalias na região. Você sabe como diferenciar as pintas de um principio de câncer? Uma autoanálise pode ser feita em casa, com base nas cinco letras iniciais do alfabeto.

Assimetria: a pinta deve ser do mesmo tamanho em ambos os lados. A assimetria é sinal de alerta.

Bordas: quando benigna, a pinta tem borda lisa e uniforme. O melanoma se caracteriza por bordas irregulares.

Cor: uma cor só é normal; cores variadas (em tons de marrom, vermelho e preto) merecem preocupação.

Diâmetro: o diâmetro é a medida de metade da pinta, do centro à borda. Em geral, a benigna tem menos de 6mm.

Evolução: mudanças de cor, formato, tamanho e relevo são alertas para o melanoma. Sangramentos, coceiras e crostas também merecem preocupação.

pintas

Tratamento do melanoma

As pintas não têm época para aparecer e podem surgir aos milhares em algumas pessoas. O melanoma, porém, acontece quando há um crescimento anormal das células que compõem a pele, sendo o tumor mais comum e agressivo do tecido epitelial.

Ele costuma se desenvolver a partir de uma pinta, sarda ou mesmo marca de nascença, crescendo rápida e descontroladamente. Pode mudar de cor e tamanho e até mesmo sangrar. Se identificado em estágios iniciais, possui cura.

Se o médico achar necessário, pode pedir a remoção de uma mancha que tenha potencial cancerígeno. Em uma pequena cirurgia, com aplicação de anestesia local, é retirada a pinta com um bisturi. A amostra é enviada para um exame, restando apenas uma cicatriz suave.

As sardas, em geral, não apresentam perigo, pois são lesões benignas. Elas podem oferecer risco principalmente em pessoas de pele mais clara que se expõem muito ao sol. Nesse caso, são capazes de apresentar anomalias, o que requer um exame.

Para prevenir o melanoma, os dermatologistas recomendam o uso diário de protetor solar, evitando a exposição solar entre 10h e 16h, quando os raios ultravioleta são mais agressivos.

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