Clínica Geral

26/10/2015 07:13 - Atualizado em 02/01/2017 05:16

Mastocitose: Entenda as causas da urticária pigmentosa

Doença causa lesões na pele e interfere no funcionamento de outros órgãos.

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Redação

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A mastocitose é uma doença que acomete os mastócitos, células que pertencem ao grupo dos glóbulos brancos e têm como função produzir substâncias para combater possíveis alergias. O problema ocorre por meio de uma mutação no DNA dessas células. A causa permanece desconhecida.

Conheça os sintomas e aprenda o que fazer caso você seja diagnosticado com a também chamada urticária pigmentosa.

bebê na médica porque tem mastocitose

Conheça os sintomas da mastocitose

A doença costuma aparecer de duas formas, a mastocitose cutânea e a sistêmica. Na primeira, aparecem lesões e alergias na pele do paciente. Normalmente, jovens na primeira década de vida são o público de maior risco. Neste casos, pode ocorrer a regressão espontânea do problema.

Já na variação sistêmica, que pode ou não acometer a pele, há um acúmulo de células anormais em outros tecidos do corpo. Isso pode ocasionar problemas nos ossos, no sangue e no funcionamento dos órgãos.

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Os sintomas mais frequentes são prurido generalizado ou em regiões específicas da lesão na pele, tronco superior e face enrijecidos, sudorese e sensação de calor. Em alguns casos, também se sentem palpitações. Outros sinais, nem sempre tão presentes, são dor abdominal, diarreia e osteoporose.

A mastocitose é considerada uma doença rara e seu diagnóstico tende a ser bastante complicado. É que os sintomas são muito similares a outros problemas e nem sempre essa é a primeira opção dos médicos.

Para o diagnóstico, é necessário um hemograma completo, além de outros exames como ultrassom, densitometria óssea e mielograma, que poderá identificar se os mastócitos possuem anomalias. Além disso, o número das células na medula óssea é decisivo para se ter certeza do problema.

Como tratar o problema

Até o momento não existe um tratamento para a cura da mastocitose. O que pode ser feito é o controle da doença, focando na melhora da qualidade de vida dos pacientes. No caso da forma cutânea, o uso de medicamentos costuma ser eficaz para impedir que as células liberem proteínas da alergia na corrente sanguínea.

Já nos casos da mastocitose sistêmica, o tratamento tende a ser mais forte. Drogas quimioterápicas são opções. Porém, é claro, elas só serão administradas conforme a avaliação médica, uma vez que cada paciente reage de maneira diferente à doença.

A terapia deve ser continuada durante toda a vida, monitorando-se os mastócitos e impedindo que o problema piore. Apesar do compromisso, quando controlada e medicada, a doença não interfere na rotina do paciente.

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