Clínica Geral

21/12/2014 11:33 - Atualizado em 05/10/2016 04:28

Malária: Casos de morte pela doença caem no mundo

Apesar da menor incidência de malária, contaminação pelo mosquito ainda merece atenção.

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Redação

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De acordo com um recente balanço divulgado pela Organização Mundial de Saúde, cerca de 4,3 milhões de mortes por malária foram evitadas entre os anos de 2001 e 2013. A entidade destacou que os esforços globais contra a doença foram responsáveis por reduzir pela metade o número de vítimas fatais.

Apesar dos números positivos, é preciso ficar atento: a malária não é tão conhecida, o que pode ser a causa de muitas contaminações pelo mundo. Conheça a seguir alguns detalhes importantes sobre a doença e saiba como se prevenir.

malaria

Como acontece a transmissão da malária

A transmissão se dá pela picada da fêmea do mosquito Anopheles infectada por protozoários do gênero Plasmodium. No Brasil, três espécies de mosquitos estão associadas à malária em seres humanos. São elas: P. vivax, P. falciparum e P. malariae.

Ainda que a doença dependa da picada, já foram registrados casos raros de contaminação por outro tipo de meio que coloque o sangue de uma pessoa infectada em contato com o de outra sadia. E o exemplo de compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis, de transfusão de sangue ou até mesmo de mãe para o filho, ao longo da gravidez ou durante o parto.

Sintomas da malária

Entre os sintomas mais comuns da malária estão calafrios, febre alta que começa de forma contínua e depois passa a se apresentar de três em três dias, dores de cabeça e musculares, taquicardia e, por vezes, delírios.

Quando a infecção se dá pelo mosquito P. falciparum, também existe também 10% de chance de se desenvolver o que se chama de malária cerebral, que é a principal responsável pelo casos letais da doença.

Além dos sintomas da malária comum, nesses casos acontece uma ligeira rigidez na nuca, acompanhada de perturbações sensoriais, desorientação, sonolência , convulsões, vômitos e dores de cabeça, podendo o paciente chegar até o estado de coma.

Como prevenir e tratar a doença

O tratamento deve seguir as normas apresentadas no Manual de Terapêutica da Malária, editado pelo Ministério da Saúde que serve de orientação para médicos e pacientes.

O documento determina que o tratamento deve variar de acordo com o tipo de mosquito transmissor da doença. Conforme a gravidade da contaminação, é avaliada a necessidade de drogas injetáveis de ação mais rápida sobre os parasitas, visando reduzir a mortandade da malária.

Como medidas de prevenção individual, estão o uso de mosquiteiros e inseticidas, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas e o uso de repelentes nas regiões mais expostas do corpo.

Como prevenção coletiva, recomenda-se a drenagem, uma pequena obra de saneamento para eliminação de criadouros do mosquito transmissor, assim como a criação de aterros. Também são indicadas a limpeza das margens dos criadouros, o controle da vegetação aquática e melhoras de moradia e das condições de trabalho nas regiões mais afetadas.

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