Clínica Geral

25/06/2015 03:16 - Atualizado em 03/11/2016 10:58

Impressora 3D é uma das novas esperanças da medicina

Próteses podem ser fabricadas com maior precisão e rapidez a partir dessa tecnologia.

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Redação

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Você certamente já ouviu falar na tecnologia 3D. Ela é muito utilizada em filmes e imagens para aumentar a sensação de realidade, explorando três dimensões diferentes. A medicina começa a adaptar essa técnica com a impressora 3D, que permite melhorar o diagnóstico dos exames de imagem e confeccionar próteses rapidamente e com custo reduzido.

Geralmente, uma prótese ortopédica comum custa muito caro. Além disso, existe toda a questão burocrática e a exigência de análises clínicas e de documentação para a compra do aparelho. Utilizando uma impressora 3D, é possível obter pequenas próteses e implantes por um custo bem menor, garantindo a recuperação de movimentos e feições dos pacientes.

O que é a impressora 3D?

Desenvolvida para produzir próteses ortopédicas pequenas, em um curto período de tempo, a impressora 3D promete devolver às vítimas de acidentes ou doenças um pouco da mobilidade perdida em lesões.

impressora 3d

O valor médio do aparelho é de 5 mil reais, considerado barato para os orçamentos de um hospital. Além disso, ele pode tornar todo o processo de fabricação de próteses muito mais simples.

A qualquer momento, uma nova prótese pode ser feita. O avanço da tecnologia 3D permite que a substituição dos materiais utilizados nesses utensílios seja feita com maior facilidade e qualidade.

Em exames de imagem, os diagnósticos em 3D permitem fazer ultrassonografias tridimensionais. As mulheres podem ver o bebê em três dimensões, o que promove uma sensação mais realista na imagem. Em casos de má formação fetal, a impressora 3D imprime uma reprodução do feto para que os problemas possam ser tateados e um tratamento seja recomendado.

Quem já usou uma impressora 3D?

Uma família que mora na Irlanda descobriu que a filha, Tessa Evans, nasceria sem o nariz. A doença rara, chamada de arrinia completa congênita, modificou as feições da menina.

Para construir a face do bebê, optou-se pela utilização de uma impressora 3D. Diferentemente dos tratamentos reconstrutivos comuns, a tecnologia tridimensional desenha o implante com base no crânio da pessoa.

Conforme Tessa crescer, a prótese será substituída para acompanhar o desenvolvimento de suas feições. O implante é feito por baixo da pele, através de uma incisão no couro cabeludo que não deixa cicatrizes.

Na Grã-Bretanha, a técnica também ajudou a reconstruir o rosto de Stephen Poder. Vítima de um acidente de moto, aos 29 anos, ele fraturou ossos do rosto, a mandíbula superior, o nariz e o crânio. Ele utilizou uma impressão em 3D para dar nova simetria ao seu rosto. A impressora fabricou os implantes e as placas que foram utilizados na cirurgia de reconstrução.

A operação durou oito horas e deixou a face do homem novamente simétrica. Além disso, a precisão com as quais as imagens são feitas deixaram os resultados ainda mais reais.

O que você achou da novidade? Deixe seu comentário! E aproveite para conferir as dicas de saúde do Vivo Mais Saudável.

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tecnologia
prótese
reconstrução facial
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