Clínica Geral

02/03/2015 11:39 - Atualizado em 01/12/2016 10:16

Fadiga pode ser crônica: Veja como tratá-la

Sintomas da fadiga são atenuados com exercícios físicos e apoio psicológico.

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Redação

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A pessoa que apresenta fadiga crônica já está em um estágio avançado de cansaço físico e mental. Caracterizada por uma sensação de desgaste extremo, a síndrome não possui explicações médicas suficientes para seu aparecimento. E o pior é que repouso e descanso podem não ser o bastante para afastá-la.

fadiga

Causas da fadiga são desconhecidas

Estresse, problemas psicológicos, infecções por vírus e vários outros sinais são apontados como desencadeadores da síndrome da fadiga crônica. Porém, não há um consenso médico para a manifestação de sintomas e diagnóstico do problema. As teorias apontam que uma combinação de fatores provoca a doença.

Pesquisadores trabalham na identificação de possíveis infecções virais que possam causar a síndrome. Como alguns quadros se manifestam após gripes, resfriados e sinusites, há a possibilidade de alguns organismos vivos provocarem o problema, que perdura após a cura de outros sintomas.

O sistema imunológico também pode estar relacionado com a presença da fadiga crônica, já que ela se manifesta em quem está com o organismo mais sensível. Problemas hormonais, como níveis e quantias alteradas de hormônios, também podem ter relação, principalmente aqueles que são produzidos pelo hipotálamo e pela hipófise.

Estressados são mais propensos à fadiga crônica

Entre os fatores de risco da doença, o estresse é um dos principais. As mulheres apresentam o problema com mais frequência que os homens. No entanto, não há um estudo que indique o porquê dessa incidência. Tampouco há uma idade específica, embora a doença se manifeste com mais intensidade entre os 40 e os 50 anos.

Médicos elencam oito sintomas oficiais para a síndrome da fadiga crônica. Os sinais são capazes de identificar a doença, funcionando como uma espécie de critério para diagnosticá-la. A principal forma de manifestação é o cansaço extremo, em uma exaustão que pode permanecer por mais de 24 horas após atividades físicas ou mentais.

Além disso, perda de memória, dores musculares inexplicáveis, aumento dos gânglios linfáticos (no pescoço ou na axila), inflamação da garganta, dores nas articulações, dores de cabeça e sono constante completam o quadro de manifestações. Alguns pacientes podem apresentar outros sinais além desses, como confusão, febre e irritação.

Tratamento é feito com remédios e terapia

Antidepressivos e medicamentos para dormir são algumas das formas de tratar a fadiga crônica. Eles são administrados em alguns casos, quando não há resultados com o tratamento terapêutico. Com maior eficiência, a terapia combina sessões de acompanhamento psicológico e programas de exercícios.

Ansiedade, tristeza, estresse e depressão, principais desencadeadores da síndrome, são tratados com acompanhamento de um psicólogo, profissional que busca entender as razões que levam ao transtorno e administram os procedimentos para “cura”.

O fisioterapeuta fica responsável por administrar os exercícios e atividades para controle do sedentarismo e da falta de atividade física e mental. No começo, são praticados movimentos para alongar e relaxar os músculos. Conforme a força e resistência melhoram, novas práticas são inseridas.

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