Clínica Geral

17/05/2015 11:27 - Atualizado em 02/12/2016 11:32

Alergia ao sol existe: Saiba mais sobre esse problema

As reações podem ser confundidas com queimaduras, mas surgem junto com inchaço, bolhas e erupções na pele.

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Redação

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Sentir a pele sensível depois de um dia de praia nem sempre é apenas uma queimadura. Os raios solares são responsáveis por diversas doenças de pele e o incômodo após a exposição pode ser sinal de alergia ao sol.

O problema não tem cura, mas, com alguns cuidados, principalmente com o uso de protetor solar, é possível controlar os sintomas da alergia. Evitar a exposição excessiva ao sol e se proteger são medidas fundamentais para prevenir complicações e sequelas na pele.

alergia ao sol

Saiba como identificar a alergia ao sol

Aproximadamente 7% da população mundial sofre com alergia ao sol. Segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, esse tipo de manifestação alérgica surge devido a uma reação do sistema imunológico à exposição solar.

Também chamado de fotoalergia ou fotodermatose, esse tipo de alergia atinge principalmente as mulheres, sendo que 95% delas têm entre 20 e 35 anos. Pode ser causada pela predisposição genética ou pelo uso de alguns medicamentos fotossensíveis como dipirona, tetraciclina e antibióticos contendo sulfa.

Até mesmo alguns produtos cosméticos acabam contribuindo para aumentar a sensibilidade da pele ao sol.

Nas fases iniciais e mais simples, a alergia ao sol se manifesta de uma forma muito semelhante às queimaduras solares. A pele fica com um aspecto bem avermelhado e é comum sentir coceira nas partes afetadas.

Nos casos mais avançados, surgem também placas rosadas ou vermelhas, podendo ser acompanhadas por inchaço, bolhas e erupções na pele. É comum a formação de pequenas bolhas de cor vermelha com líquido transparente em seu interior, que causam muita comichão.

Essas alterações da pele causadas pela alergia ao sol ocorrem principalmente em regiões mais expostas, como braços, mãos, colo e rosto. Podem surgir em peles de todos os tipos e em pessoas de qualquer idade. No entanto,as lesões atingem, na maioria das vezes, pessoas de pele clara.

alergia ao sol

Tratamento e controle da alergia ao sol

A alergia ao sol deve ser tratada o quanto antes, logo nos primeiros sinais, para evitar marcas e manchas permanentes na pele. Não existe cura para essa patologia, mas, com alguns cuidados de hidratação e proteção, é possível controlar os sintomas e garantir a qualidade de vida.

Em casos de reação alérgica, é indicado evitar a exposição solar, lavar a região com água fria e sabonete líquido neutro e beber bastante água para manter a pele hidratada. Para saber o tratamento necessário para o caso, um médico dermatologista deve ser consultado. O profissional avalia a situação e indica as medidas adequadas.

Para evitar as crises e as alterações da pele, a pessoa precisa controlar a exposição solar e evitar os horários de sol mais forte. A hidratação deve ser constante, assim como o uso de protetor solar com fatores elevados. Também podem ser ingeridos compostos que tornem a pele mais tolerante e resistente à radiação solar.

Uma forma de fortalecer o sistema imunológico e evitar ou minimizar reações alérgicas é por meio de uma alimentação saudável, rica em zinco e vitamina C. Outros cuidados são evitar banhos quentes demorados e o consumo de alimentos alergênicos, com corantes e com conservantes.

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