MEDICINA ALTERNATIVA

10/07/2014 10:02 - Atualizado em 22/07/2014 19:05

Medicina Herbal

Uso de remédios extraídos de plantas medicinais com substâncias ativas para fim terapêutico.

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A.D.A.M.

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O que é medicina herbal?

Medicina herbal, também chamada de medicina botânica ou fitomedicina, refere-se ao uso de sementes, frutos, raízes, folhas, casca e flores de plantas para fins medicinais. O herbalismo tem uma longa tradição de uso fora da medicina convencional. Está se tornando uma tendência maior conforme melhorias na análise e controle de qualidade juntamente com avanços na pesquisa clínica mostram o valor da medicina herbal no tratamento e prevenção de doenças.

Qual a história da medicina herbal?

As plantas têm sido utilizadas para fins medicinais desde muito antes da história registrada. Escritos em antigos papiros egípcios e chineses descrevem usos medicinais para plantas em 3.000 a.C.. Culturas indígenas (como africanas e nativo-americanas) utilizam ervas em seus rituais de cura, enquanto outros desenvolveram sistemas médicos tradicionais (como a Ayurveda e a Medicina Tradicional Chinesa) nos quais terapias herbais são utilizadas. Pesquisadores descobriram que pessoas em partes diferentes do mundo tendem a utilizar as mesmas plantas ou plantas semelhantes para os mesmos propósitos.

No começo do século XIX, quando a análise química tornou-se disponível, os cientistas começaram a extrair e modificar os ingredientes ativos das plantas. Mais tarde, os químicos começaram a fazer suas próprias versões de compostos de plantas e, com o tempo, o uso de medicamentos herbais recuou em favor dos medicamentos convencionais. Quase um quarto dos medicamentos farmacêuticos são derivados de botânicos.

Recentemente, a Organização Mundial de Saúde estimou que 80% das pessoas em todo o mundo contam com medicamentos herbais para uma parte de sua saúde primária. Na Alemanha, cerca de 600 a 700 medicamentos baseados em plantas estão disponíveis e são prescritos por cerca de 70% dos médicos alemães. Nos últimos 20 anos, nos Estados Unidos, a insatisfação pública com o custo dos medicamentos prescritos, combinada com um interesse em retornar ao remédios orgânicos ou naturais, levou a um aumento no uso de medicamentos herbais.

Como as ervas funcionam?

Em muitos casos, os cientistas não têm certeza sobre qual ingrediente específico em uma erva particular funciona para tratar uma condição ou doença. Ervas integrais contêm muitos ingredientes que podem trabalhar juntos para produzir um efeito benéfico. Muitos fatores determinam o quão eficiente uma erva será. Por exemplo, o tipo de ambiente (clima, insetos, qualidade do solo) no qual uma planta cresceu influenciará, como também como e quando foi colhida e processada.

Como ervas são utilizadas?

O uso de suplementos herbais tem aumentado dramaticamente nos últimos 30 anos. Os suplementos herbais são classificados como suplementos de dietas pelo Ato de Educação e Saúde de Suplementos de Dieta dos Estados Unidos (U.S. Dietary Supplement Health and Education Act - DSHEA) de 1994. Isto significa que os suplementos herbais, diferentemente dos medicamentos prescritos, podem ser vendidos sem serem testados para provar que são seguros e eficientes. Entretanto, suplementos herbais devem ser feitos de acordo com boas práticas de fabricação.

Os suplementos herbais mais utilizados nos Estados Unidos incluem a equinácea (Echinacea purpurea e espécies relacionadas), erva-de-são-joão (Hypericum perforatum), gingko (Ginkgo biloba), alho (Allium sativum), serenoa (Serenoa repens), ginseng (Panax ginseng, ou gingseng asiático, e Panax quinquefolius, ou gingseng americano), hidraste (Hydrastis canadensis), valeriana (Valeriana officinalis), camomila (Matricaria recutita), matricária (Tanacetum parthenium), gengibre (Zingiber officinale), prímula (Oenothera biennis) e cardo de leite (Silybum marianum).

Com frequência, as ervas podem ser utilizadas juntas porque a combinação pode ser mais eficiente e ter menos efeitos colaterais. Profissionais de saúde devem levar em conta muitos fatores ao recomendar ervas, incluindo as espécies e variedades da planta, o habitat da planta, como ela é armazenada e processada e se há contaminantes (incluindo metais pesados e pesticidas).

Para que a medicina herbal é boa?

A medicina herbal é utilizada para tratar muitas condições, como a asma, eczema, tensão pré-menstrual, artrite reumatoide, enxaqueca, sintomas da menopausa, fadiga crônica, síndrome do intestino irritado e câncer, entre outras. Os suplementos herbais são melhores quando utilizados sob a orientação de um profissional de saúde treinado. Por exemplo, um estudo revelou que 90% dos pacientes com artrite utilizam terapias alternativas, como a medicina herbal. Certifique-se de consultar o seu médico ou farmacêutico antes de utilizar qualquer erva. Algumas ervas comuns e seus usos são discutidos abaixo.

  • Ginko (Ginkgo biloba) tem sido utilizado na medicina tradicional para tratar distúrbios circulatórios e melhorar a memória. Embora nem todos os estudos concordem, o ginkgo pode ser especialmente eficiente no tratamento da demência (incluindo doença de Alzheimer) e claudicação intermitente (má circulação nas pernas). Também mostra-se promissor na melhora da memória em idosos. Estudos laboratoriais mostraram que o ginkgo melhora a circulação sanguínea dilatando os vasos sanguíneos e reduzindo a viscosidade das plaquetas do sangue. Por este mesmo motivo, o ginkgo também pode potencializar o efeito de alguns medicamentos para afinar o sangue, incluindo a aspirina. Pessoas utilizando medicamentos para afinar o sangue devem consultar seus médicos antes de utilizar o ginkgo. Cuidado também deve ser tomado por pessoas com histórico de convulsões e pessoas com problemas de fertilidade. Converse com o seu médico.
  • Kava (Piper methysticum) é tida por elevar o humor, aumentar o bem-estar e o contentamento e gerar uma sensação de relaxamento. Diversos estudos mostraram que a kava pode ser útil no tratamento da ansiedade, insônia e distúrbios relacionados aos nervos. Entretanto, há uma série preocupação sobre o kava poder causar danos ao fígado. Não é claro se o kava em si causou danos hepáticos em algumas pessoas, ou se isto ocorreu com o uso do kava em combinação com outras ervas ou medicamentos. Também não é claro se o kava é perigoso em doses previamente recomendadas ou apenas em doses maiores. Alguns países retiraram o kava do mercado. Permanece disponível nos Estados Unidos, mas a Food and Drug Administration (FDA) emitiu um aviso ao consumidor em março de 2002 relatando o risco "raro" mas potencial de falência hepática associada a produtos contendo kava.
  • Serenoa (Serenoa repens) é utilizada por mais de 2 milhões de homens nos Estados Unidos para o tratamento de hiperplasia benigna da próstata (HPB), e aumento não canceroso da próstata. Diversos estudos sugerem que a erva é eficiente para o tratamento de sintomas, incluindo micção frequente, problemas para iniciar e manter a micção e necessidade de urinar durante a noite. Mas um estudo bem conduzido publicado no dia 9 de fevereiro de 2006 na edição do New England Journal of Medicine mostrou que a serenoa não funcionava melhor que o placebo para aliviar os sinais e sintomas da HPB.
  • Erva-de-são-joão (Hypericum perforatum) é bem conhecida pelos seus efeitos antidepressivos. De forma geral, a maioria dos estudos mostrou que a erva-de-são-joão pode ser eficiente no tratamento de depressão leve a moderada e tem menos efeitos colaterais que a maior parte dos antidepressivos prescritos. Mas a erva interage com uma ampla gama de medicamentos, incluindo pílulas anticoncepcionais, e pode potencialmente causar efeitos indesejados, portanto é importante utilizá-la sob orientação de um profissional de saúde.
  • Valeriana (Valeriana officinalis) é uma alternativa popular aos medicamentos prescritos com frequência para problemas de sono por ser considerada tanto segura quanto suave. Alguns estudos confirmam isto, embora nem todos mostram a valeriana sendo eficiente. Diferentemente das muitas pílulas para sono prescritas, a valeriana pode ter menos efeitos colaterais, como sonolência matinal. Entretanto, a valeriana interage com alguns medicamentos, especialmente medicamentos psiquiátricos, portanto converse com o seu médico para ver se a valeriana é o certo para você.
  • Preparados de equinácea (a partir de Echinacea purpurea e outras espécies da Echinacea) podem melhorar a imunidade natural do corpo. A equinácea é um dos produtos herbais mais utilizados, mas os estudos são variados quanto a ela poder prevenir ou tratar resfriados. Uma revisão de 14 estudos clínicos examinando o efeito da equinácea na incidência e duração do resfriado comum mostrou que os suplementos de equinácea reduzem em 58% as chances de pegar um resfriado. A duração do resfriado também é reduzida em 1,4 dias. A equinácea interage com certos medicamentos e pode não ser boa para pessoas com certas condições, por exemplo, pessoas com distúrbios autoimunes ou certas alergias. Converse com o seu médico.

Comprar suplementos herbais normatizados ajuda a garantir que você terá a dose correta e os efeitos semelhantes aos dos testes clínicos em humanos. Consulte o seu médico ou farmacêutico sobre qual suplemento herbal é o melhor para as suas questões de saúde.

Devo tomar cuidado com alguma coisa?

Usadas da forma correta, as ervas podem ajudar a tratar uma variedade de condições e, em alguns casos, podem ter menos efeitos colaterais que alguns medicamentos convencionais. Mas por não serem regulamentados, os produtos herbais com frequência tem rótulos errôneos e podem conter aditivos e contaminantes que não estejam listados no rótulo. Algumas ervas podem causar reações alérgicas ou interagir com medicamentos convencionais e algumas são tóxicas se utilizadas incorretamente ou em altas doses. Usar ervas por conta própria aumenta o seu risco, portanto, é importante consultar o seu médico ou farmacêutico antes de utilizar medicamentos herbais. Alguns exemplos de reações adversas de certas ervas populares estão descritos abaixo.

  • A erva de São João pode deixar sua pele a mais sensível aos raios ultravioletas do Sol e pode causar uma reação alérgica, incômodo estomacal, fadiga e inquietação. Estudos clínicos mostraram que a erva de São João também interfere na eficiência de alguns medicamentos, incluindo a varfarina para afinar o sangue (Couamdin), inibidores de protease para HIV, pílulas anticoncepcionais, certos medicamentos para asma e muitos outros medicamentos. Além disto, a erva de São João não deve ser utilizada com medicamentos antidepressivos prescritos. A FDA publicou um aviso de saúde pública a respeito de muitas destas interações.
  • A Kava tem sido associada à toxicidade hepática. A kava foi retirada do mercado em diversos países devido a esta toxicidade hepática.
  • A valeriana pode causar sonolência e, em algumas pessoas, pode até causar o efeito inesperado de superestímulo ao invés de sedativo.
  • O alho, ginkgo, matricária e gengibre, bem como outras ervas, aumentam o risco de sangramentos.
  • A prímula (Oenothera biennis) pode aumentar o risco de convulsões em pessoas com distúrbios convulsivos e sangramento em pessoas com distúrbios hemorrágicos ou que utilizam medicamentos para afinar o sangue, como o Coumadin (varfarina).

Alguns suplementos herbais, especialmente os importados de países asiáticos, podem conter altos níveis de metais pesados, incluindo chumbo, mercúrio e cádmio. É importante adquirir suplementos herbais de fabricantes confiáveis para garantir a qualidade. Muitas ervas podem interagir com medicamentos prescritos e causar reações indesejadas ou perigosas. Por exemplo, há um alto grau de interação erva-medicamento entre pacientes em tratamento para câncer. Cerifique-se de consultar o seu médico antes de tentar qualquer produto herbal.

Quem utiliza a medicina herbal?

Aproximadamente um terço dos americanos utilizam ervas. Infelizmente, um estudo do New England Journal of Medicine constatou que aproximadamente 70% das pessoas que utilizam medicamentos herbais (a maior parte bem instruída e com renda acima da média) relutava em dizer aos seus médicos que utilizavam a medicina alternativa.

Como a medicina herbal é vendida?

Na maioria das lojas, as ervas estão disponíveis em diferentes formatos: chás, xaropes, óleos, extratos líquidos, tinturas e extratos secos (comprimidos ou cápsulas). Os chás podem ser feitos abafando as ervas secas em água quente por alguns minutos ou fervendo as ervas em água e coando. Os xaropes, feitos de extratos concentrados e adicionados aos preparativos adocicados, com frequência são utilizados para gargantas inflamadas e tosses. Os óleos são extraídos das plantas e frequentemente são utilizados em massagens, sejam puros ou como parte de um creme ou loção. As tinturas e extratos líquidos são feitos a partir de ingredientes herbais ativos dissolvidos em um líquido (normalmente água, álcool ou glicerina). Tipicamente, as tinturas têm uma concentração de 1:5 ou 1:10, o que significa que 1 parte de erva é preparada com 5 a 10 partes (por peso) de líquido. Os extratos líquidos são mais concentrados que as tinturas e tipicamente têm uma concentração de 1:1. A forma de extrato seco é a forma mais concentrada de um produto herbal (tipicamente 2:1 a 8:1) e é vendida em comprimidos, cápsulas ou pastilhas.

Não há organização ou agência que regulamente a fabricação ou certifique os rótulos de preparados herbais. Isto significa que você não tem como ter certeza se a quantidade de erva contida no recipiente ou mesmo entre as doses condiz com o que está descrito no rótulo. Alguns preparados herbais são normatizados, o que significa que é garantido que o preparado contém uma quantidade específica dos ingredientes ativos da erva. Entretanto, ainda é importante perguntar às empresas fabricantes de produtos herbais normatizados sobre as garantias dos produtos. É importante conversar com o seu médico ou com um especialista em medicina herbal sobre as doses recomendadas de qualquer produto herbal.

Há especialistas em medicina herbal?

Herbalistas, quiropratas, médicos naturopatas, farmacêuticos, médicos e profissionais da Medicina Tradicional Chinesa podem utilizar ervas ao tratar doenças. Os médicos naturopatas acreditam que o corpo está continuamente buscando o equilíbrio e que terapias naturais podem dar suporte a este processo. São treinados em instituições pós-graduadas por 4 anos que combinam cursos da ciência médica convencional (como patologia, microbiologia, farmacologia e cirurgia) com treinamento clínico em medicina herbal, homeopatia, nutrição e aconselhamento sobre estilo de vida.

Qual é o futuro da medicina herbal?

Em alguns países da Europa, diferentemente dos Estados Unidos, as ervas são classificadas como medicamentos e são regulamentadas. A German Commission E, um painel médico especializado, pesquisa ativamente a segurança e eficiência das ervas.

Apesar de não ser amplamente aceita, a medicina herbal é ensinada em escolas de medicina e farmácia. Mais profissionais de saúde estão aprendendo sobre os efeitos positivos e potencialmente negativos do uso da medicina herbal para auxiliar o tratamento de condições de saúde. Alguns profissionais de saúde, incluindo médicos e farmacêuticos, são treinados em medicina herbal. Eles podem ajudar as pessoas a criarem planos de tratamento que utilizem ervas, medicamentos convencionais e mudanças no estilo de vida para promover a saúde.

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