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10/07/2014 10:02 - Atualizado em 22/07/2014 19:05

Teste HIV em mulheres grávidas


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A.D.A.M.

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O teste pré-natal do vírus da imunodeficiência humana (HIV) é a recomendação corrente do Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG) e do Instituto de Medicina dos Estados Unidos (IOM). O IOM esboçou novas recomendações em 1998, e a ACOG liberou diretrizes semelhantes em 2000 e as renovou em 2008.

Histórico

Em 1994, diretrizes federais para teste HIV pré-natal foram desenvolvidas em virtude da nova terapia que reduzia as chances de mulheres infectadas com HIV passarem o vírus para a criança.

As diretrizes, então, recomendavam que os médicos fornecessem aconselhamento detalhado sobre o teste a todas as mulheres grávidas, explicando os riscos da AIDS e os benefícios do exame.

Enquanto o teste HIV pré-natal e tratamento pareceu aumentar depois das diretrizes de 1994, muitos médicos estavam apenas sugerindo o teste às mulheres consideradas de alto risco para infecção do HIV. Portanto, muitas mulheres ainda não estavam sendo testadas ou tratadas, e o número de crianças nascidas com HIV ainda era alto, de acordo com o relatório do IOM de 1998.

A previsão é de que, ao solicitar o teste HIV rotineiramente a TODAS as gestantes, mais mulheres seriam identificadas e tratadas para o HIV, e isso diminuiria o número de crianças nascidas com o vírus.

Status atual do teste HIV

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças, o ACOG, e o IOM recomendam teste universal HIV com notificação da paciente como componente de rotina dos cuidados pré-natal. Se a paciente se recusar a fazer o teste, isso deve ser anotado no registro médico. Algumas leis de estados americanos exigem o teste para todas as mulheres grávidas, enquanto outras não.

Mulheres grávidas portadoras do HIV

A prevenção da transmissão do HIV da mãe para o feto (transmissão vertical) é o maior objetivo nos cuidados de gestantes com HIV. Estudos anteriores mostraram que o tratamento da mãe com Zidovudina (AZT) durante a gestação e trabalho de parto, bem como do recém-nascido, pode reduzir a taxa de transmissão de 25% para 8%. Estudos mais recentes sugerem que o risco pode ser reduzido a menos de 2%.

Para uma mulher cuja infecção está bem controlada com medicamentos, o risco se aproxima de zero. Aquelas com altos níveis de HIV em circulação podem fazer uma cesariana antes de entrar em trabalho de parto, pois isso reduz a chance de que o bebê seja infectado. Mulheres soropositivas não devem amamentar.

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