Terapias

08/10/2014 10:35 - Atualizado em 09/12/2016 07:14

Terapia sexual pode dar nova cara à vida a dois

Disfunções físicas e psíquicas que atrapalham na hora do amor podem ser resolvidas com a terapia sexual.

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Redação

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O sucesso de um relacionamento estável como o casamento depende do bom desempenho de muitos fatores, mas um deles costuma ser essencial: a vida sexual. Se um casal tem dificuldades na cama, a tendência é que os problemas fora dela sejam intensificados também. E muitas dessas disfunções na hora do sexo se devem a patologias que podem ser tratadas com a terapia sexual.

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“A terapia sexual difere das outras formas de tratamento das disfunções sexuais pela objetividade da cura do sintoma sexual empregando-se técnicas médicas e psicológicas concomitantemente”, explica o sexólogo Amaury Mendes Júnior. A atividade terapêutica voltada para o sexo busca melhorar a atividade sexual do casal, ao mesmo tempo em que age para resolver os problemas do relacionamento.

Por que procurar a terapia sexual

Por ser uma técnica de ampla abrangência, os motivos que levam um casal a procurar a terapia sexual pode ser os mais variados. Mas todos eles possuem uma coisa em comum: são disfunções nas fases de resposta sexual. Essas alterações ocorrem tanto em homens quanto em mulheres, sendo que neles o fator físico é predominante, enquanto para elas os maiores problemas se dão no âmbito psicológico.

Os casos masculinos, de modo geral, estão ligados à ejaculação. O mais comum dos problemas é a ejaculação precoce, que ocorre quando o tempo de ejaculação não é suficiente para satisfazer a parceira. O indivíduo costuma se sentir frustrado por não conseguir controlar o clímax, já que normalmente isso acontece antes ou logo após a penetração.

A anejaculação e a ejaculação retrógrada são problemas bastante semelhantes, que costumam gerar frustrações e, por isso, levam à procura da terapia sexual. Em ambos os casos, o pênis não expele o sêmen, sendo que na anejaculação o homem passa pelas sensações orgásmicas. Já no segundo, o orgasmo é tão ausente quanto a ejaculação.

As parafilias são disfunções que devem ser observadas e exigem tratamento se excedem um determinado limite. Atingem tanto homens quanto mulheres e nem sempre são bem recebidas pelo parceiro. Exibicionismo, fetichismo, voyeurismo, travestismo e pedofilia são as parafilias mais comuns. O masoquismo e o sadismo também podem ser incluídos nessa lista.

Para as mulheres, as disfunções sexuais estão ligadas à sua incapacidade de realizar o ato, sentir ou dar prazer ao parceiro. A inibição sexual é um problema muito comum e que desagrada aos homens. Ele caracteriza a falta de desejo sexual da mulher – o que, em muitos casos, acarreta na falta de relações sexuais entre o casal.

Como a terapia sexual pode ajudar

A reaproximação do casal é a maior conquista da terapia sexual. Mas ela passa por uma série de processos que são vencidos através da ajuda psicológica. A melhora na comunicação, o estímulo ao conhecimento do próprio corpo e do corpo do parceiro e a diminuição da ansiedade e da sensação de obrigatoriedade com relação ao ato sexual fazem parte do processo de reaproximação.

“A terapia do sexo é considerada completa quando a dificuldade sexual do casal for aliviada, porém o tratamento só estará concluído quando os fatores que eram diretamente responsáveis pelo problema forem identificados e suficientemente resolvidos”, diz Amaury Junior. Se você e o seu parceiro passam por problemas sexuais, procure um psicólogo ou médico especialista em sexo e resolva.

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