Terapias

15/10/2014 05:00 - Atualizado em 03/01/2017 09:08

Musicoterapia pode ajudar a superar doenças físicas e mentais

Musicoterapia pode ser usada como um tratamento complementar.

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Redação

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Para muitos, a música é apenas entretenimento. Mas você sabia que existe uma terapia que utiliza as melodias, ritmos e harmonia de canções no tratamento de doenças? É verdade. A musicoterapia pode ajudar a superar doenças físicas e emocionais, segundo os adeptos.

O que é a musicoterapia?

Considerada uma disciplina a partir do século 20, a musicoterapia começou a ser estudada a partir do momento em que os próprios profissionais de saúde notavam uma melhora aparente nos pacientes que escutavam músicas durante o tratamento.

O profissional musicoterapeuta pode utilizar sons, ritmos, trechos de canções e até criar uma música para cada paciente. Esses estímulos sonoros ajudam a provocar reações dos dois hemisférios cerebrais, trazendo o equilibro entre o pensar e o sentir. Com isso, a musicoterapia acalma o emocional, traz harmonia e, dessa forma, previne e trata diferentes problemas, como estresse e ansiedade.

musicoterapia

De acordo com a teoria da musicoterapia, músicas com batida rápida aceleram a frequência cerebral do paciente, enquanto canções com batida lenta desaceleram essa frequência. No primeiro caso, estimula-se o raciocínio lógico e, no segundo, explora-se o lado emocional e criativo.

Indicações da terapia

A terapia é indicada para indivíduos com deficiência mental, problemas motores, acometidos por derrames, pessoas depressivas, tensas ou com doenças mentais graves, como a psicose.

Ela também é importante no tratamento para pessoas com câncer. Segundo pesquisa da University School of Nursing, em Indianapolis, nos Estados Unidos, um grupo de médicos utilizou a musicoterapia como forma de melhorar a qualidade de vida de quem esta passando pela doença. O restado concluiu que os doentes se tornaram mais resilientes (ajustaram-se aos remédios) e melhoraram o seu relacionamento em grupo. 

A musicoterapia também pode ser utilizada em casos de autismo e esquizofrenia.

Qual gênero ou ritmo é usado para a musicoterapia?

Grande parte dos tratamentos com musicoterapia busca diminuir o pulso e o ritmo da respiração, então não são indicados ritmos acelerados. Mas cada caso exige uma abordagem diferente.

Exemplos de músicas

Bach: ajuda no aprendizado e na memória.

Rossini, com Guilherme Tell, e Wagner, com as Walkirias: auxiliam no tratamento de pacientes com depressão.

Valsas de Strauss: causa relaxamento. Pode ser utilizada em partos.

Marchas: trazem energia. São importantes em áreas hospitalares onde existem indivíduos que estão se recuperando de doenças graves.

A música também pode ser usada em casa para relaxar, sem método específico. Nesse caso, você deve manter o ambiente com luz baixa, definir uma seleção de canções calmas (música clássica, sem vocal, por exemplo) e ficar deitado por, pelo menos, 20 minutos. 

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