Terapias

01/07/2014 09:00 - Atualizado em 31/10/2016 11:10

Homeopatia para todas as idades: conheça os benefícios

Saiba tudo sobre a homeopatia, terapia cada vez mais adotada no país.

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Redação

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A homeopatia é uma forma de terapia que ainda gera muitas dúvidas e mitos. Mesmo assim, tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil. Esse tratamento se dá principalmente a partir da diluição e dinamização de substâncias que produzem determinados sintomas em um indivíduo saudável.

Homeopatia considera todas as funções do organismo

homeopatia como tratamento

Foto: Shutterstock

A homeopatia é um sistema médico que trata o paciente na sua totalidade, em detrimento a tratamentos que levam em conta apenas doenças isoladas.

É baseada, portanto, em ideias filosóficas holísticas, por considerar as pessoas como seres humanos completos, nos quais cada função do organismo tem influência nas demais.

Homeopatia x medicinal tradicional

Entre as diferenças entre a homeopatia e a medicina tradicional está justamente a abordagem do médico, tratando as pessoas como seres complexos, e não separadamente o seu estômago, cabeça, etc. Mas as consultas realizadas por médicos homeopatas e tradicionais são semelhantes.

O médico homeopata também avalia o paciente com consultas clínicas e exames complementares como hemograma e radiograma. É assim que ele chega a um diagnóstico, seja clínico ou cirúrgico.

A partir daí, ele dá a receita, que visa à qualidade de vida do paciente, tendo, além dos remédios homeopáticos, orientações sobre alimentação, atividades físicas, higiene, vacinação e outras. É um tratamento recomendado para pessoas de qualquer idade.

Lei da semelhança

O primeiro pilar da homeopatia se baseia na frase de Hipócrates, o pai da medicina: “O que provoca uma doença que não existe, cura uma doença que existe”. Isso quer dizer que uma determinada substância que, quando ingerida, tem o potencial de desencadear alguns sintomas, pode curá-los no caso de uma doença natural que tenha essas mesmas características.

É esse o princípio similia similibus curentur (o semelhante cura o semelhante), que utiliza a força de uma enfermidade contra ela mesma.

Experimentação em homem são e sensível

O segundo pilar trata de experimentar uma determinada substância em um grupo de indivíduos, chamados de experimentadores, considerados saudáveis após exames clínicos e laboratoriais. Eles não sabem qual a substância que receberão, e passarão a sentir sintomas físicos, mentais e emocionais.

Os resultados observados são cuidadosamente anotados e analisados, dando origem à Patogenesia – nome dado ao conjunto de sintomas que os medicamentos homeopáticos provocam em pessoas sadias. Essa etapa é importante para que não haja confusão entre os sintomas provocados pela substância e de outras doenças que podem coexistir.

Remédio único é o objetivo da terapia com homeopatia

Esse pilar defende que seja receitado um único medicamento para curar um paciente, cobrindo a totalidade de seus sintomas. O alemão Samuel Hahnemann, fundador da homeopatia, criou esse sustentáculo pois sempre criticou a atuação dos médicos tradicionais, que prescreviam um conjunto de medicamentos aos seus pacientes.

Segundo Hahnemann, não há como saber qual o efeito que a mistura desses remédios poderá causar ao nosso organismo, por isso deve ser receitado apenas um. Se não existe um que resolva todos os sintomas, é receitado o que melhor os cobre.

Homeopatia e o princípio das doses mínimas

Esse é o conceito da homeopatia que diz que as substâncias devem ser diluídas em doses muito pequenas. Segundo Hahnemann, isso aumenta o seu poder de medicamento, pois mais dinamizadas elas ficam.

Ele chegou a essa conclusão após vários testes que constatavam melhores resultados terapêuticos conforme as substâncias eram diluídas.

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