Terapias

02/04/2015 11:08 - Atualizado em 05/12/2016 01:53

Efeitos dos antidepressivos variam de acordo com o paciente

Apesar do nome, medicamentos antidepressivos não servem apenas para tratar depressão.

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Redação

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Atuando no sistema nervoso central, os medicamentos antidepressivos têm o objetivo de estabilizar o humor.

Como o próprio nome diz, são recomendados principalmente para pacientes em tratamento da depressão. No entanto, muitas pessoas também ingerem esses remédios para melhorar situações de estresse, angústia, ansiedade, tristeza, falta de motivação e problemas do sono.

Os antidepressivos atuam no cérebro, corrigindo a transmissão dos neurônios e regulando o estado de humor. Dessa forma, possibilitam aumentar a energia e controlar as emoções. Saiba mais sobre esses fármacos e como eles atuam no organismo.

antidepressivos

As diferentes finalidades dos antidepressivos

Como são de grupos farmacológicos diferentes, os medicamentos destinados ao combate da depressão podem ser utilizados com outras finalidades. Eles atuam no cérebro, agindo com ações terapêuticas distintas. Alguns melhoram a atividade orgânica e a disposição, deixando a pessoa mais ativa.

Cada sujeito tem uma resposta diferente para os antidepressivos. Por isso, apenas um médico pode recomendar o medicamento, de acordo com o quadro patológico do paciente.

Alguns efeitos secundários podem prejudicar a saúde, portanto o uso sem prescrição é bastante perigoso. Idade, tolerância e contraindicações do rótulo devem ser levadas em conta.

Recentemente, os antidepressivos têm apresentado menos efeitos colaterais no organismo. Alguns podem ser administrados para crises de pânico, fobias, quadros obsessivo-compulsivos, perturbações e transtornos mentais além da depressão.

Conheça os antidepressivos mais comuns

O foco dos medicamentos antidepressivos está nos neurotransmissores do sistema nervoso, por isso atingem a serotonina, a dopamina e a norepinefrina. Para deixar o humor estável, equilibram a produção dessas substâncias químicas naturais e possibilitam que o cérebro funcione corretamente.

Fluoxetina

Esse medicamento é indicado para depressão, transtorno obsessivo-compulsivo e bulimia nervosa. Ele regula os neurotransmissores do cérebro e permite que as células se comuniquem. Dessa forma, estabiliza os níveis de serotonina. Mesmo não promovendo a cura desses problemas, o medicamento possibilita sensação de bem-estar e complementa o tratamento.

Escitalopram

É utilizado para tratar e prevenir a depressão, principalmente em adultos. Ele atua inibindo a recaptação de serotonina, aumentando sua atividade no organismo. É indicado também para tratar síndrome do pânico, ansiedade generalizada, fobia social e transtorno obsessivo-compulsivo.

Paroxetina

Esse é um antidepressivo com poucos efeitos colaterais. Como os outros, inibe a recaptação da serotonina, sendo também utilizado para transtornos obsessivo-compulsivo e de ansiedade generalizada, estresse pós-traumático, síndrome do pânico e síndrome climatérica. Durante a gestação é proibido, pois pode provocar má formação fetal.

Sertralina

Sua administração deve ser feita cuidadosamente, pois provoca sérios efeitos colaterais quando misturado a determinados medicamentos. Pode ser utilizada para tratar depressão, transtorno obsessivo-compulsivo, estresse pós-traumático, síndrome do pânico, tensão pré-menstrual (quando muito intensa) e fobia social.

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