Terapias

20/09/2014 01:00 - Atualizado em 05/12/2016 01:55

Auriculoterapia atua no tratamento de doenças e até no emagrecimento

A auriculoterapia, prática antiga, faz bem para a saúde e combate diveras doenças.

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Redação

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Classificada como medicina alternativa/complementar, a auriculoterapia, apesar de uma prática bastante antiga, tem ganhado cada vez mais adeptos mundo afora nos últimos anos.

auriculoterapia


O que é a auriculoterapia?

Com base na ideia de que a orelha representa o corpo humano por ter a mesma forma que a de um feto invertido, a auriculoterapia considera que muitos problemas de saúde podem ser tratados a partir de cuidados na cavidade auricular. Como aclaram defensores da prática, existe relação entre certas regiões da orelha e órgãos, funções e regiões do corpo.

Ao trabalhar manualmente pontos da orelha onde há reflexos no organismo é sugerido que a auriculoterapia seja capaz de sanar cerca de 200 enfermidades, com destaque para cefaleia, neurastenia (disfunção que compromete o sistema nervoso), insônia e dores em geral.

Entre os benefícios fisiológicos atribuídos à técnica, são registrados também a redução da constipação, visto que auriculoterapia possibilita o equilíbrio dos movimentos peristálticos dos intestinos; e a contribuição à eliminação de líquidos, para quem sofre com retenção. É dito, ainda, que o método é extremamente eficaz no emagrecimento uma vez que reduz a ansiedade e o estresse, responsáveis pela compulsão alimentar, principalmente entre os se empenham em seguir uma dieta para reduzir peso.

Terapeutas e profissionais de acupuntura, os principais envolvidos com a auriculoterapia, sustentam, por fim, que o recurso exerce papel importante na harmonização do sistema endócrino, ajudando no controle do hipotiroidismo, no equilíbrio do ciclo hormonal e na minimização dos efeitos da Tensão Pré Menstrual (TPM). Como benesse ao campo emocional, crê-se que a técnica possua grande capacidade de relaxamento.

Como funciona a auriculoterapia?

Uma sessão de auriculoterapia consiste, em geral, em quatro passos: a realização de um questionário com perguntas relacionadas à saúde geral do paciente; a palpação da orelha com a finalidade de verificar sinais que indiquem os órgãos e funções possivelmente afetados por qualquer desordem; e a aplicação de algumas sementes de mostarda, fixas por um esparadrapo, em alguns pontos da orelha.

A proposta é estimular o cérebro a partir do aparelho auricular para que atue no órgão correspondente - quando estimuladas as áreas com alguma desarmonia metabólica, o cérebro recebe impulso e reage, culminando em uma série de reações orgânicas que propiciam a homeostase, isto é, o equilíbrio metabólico. Tal mecanismo só é possível, dizem os promotores da auriculoterapia, por haver irrigação sanguínea massiva no ouvido externo e porque os pontos estimulados na orelha têm conexão com o sistema nervoso central.

Ainda que já fora do consultório, seguindo a ordem de uma sessão-padrão, o paciente é orientado a manter as sementes na orelha por pelo menos três dias, assim os impulsos à zona cerebral são mantidos. No quarto dia de tratamento, as sementes podem ser retiradas.

Para alguns, os efeitos da auriculoterapia são percebidos já na primeira sessão, durando de três a sete dias. Para dar continuidade ao tratamento, aconselha-se repetir as consultas até que se perceba o total reequilíbrio do corpo.

As principais escolas de auriculoterapia são a chinesa e a francesa, ainda que haja registros seculares de uso da técnica em diversos países.

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