Danylo Martins

ESPECIALIDADE

Educação Financeira

ONDE ATENDE

Danylo Martins

Apresentação

Danylo Martins é jornalista especializado em finanças pessoais e editor do blog Economia sem Enrosco, sobre finanças pessoais e comportamento financeiro. 

O que Trata

Finanças pessoais.

Formação Acadêmica

Formado pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, de São Paulo (SP).

Cargos e Títulos

Autor de dezenas de reportagens sobre planejamento financeiro, investimentos e gestão de patrimônio, foi vencedor do Premio BM&FBovespa de Jornalismo 2014 na categoria "Jornal - SP/Rio" com a reportagem "Retrato da educação financeira", publicada no jornal Valor Econômico. Já participou de uma série de cursos na área financeira, além de ter ministrado duas palestras sobre finanças pessoais e investimentos em 2014.

Saúde Financeira

26/11/2015 02:00 - Atualizado em 05/11/2016 02:33

Saiba como lidar com as armadilhas do consumo

Você é aquela pessoa que compra tudo o que vê? O Vivo Mais Saudável reuniu algumas dicas especiais para você se controlar antes de gastar.

POR

Danylo Martins

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Num papo muito proveitoso com a economista Adriana Rodopoulos, tive a oportunidade de entender as principais armadilhas do consumo. E nesse primeiro artigo, vou dar dicas interessantes para quem deseja se “esbanjar” nesses dias de Black Friday e gastar muito dinheiro. Fique atento para não cair na cilada.

Essas armadilhas são, segundo ela explica, “mecanismos mentais rápidos, automáticos e, muitas vezes, inconscientes que nos levam a tomar decisões inadequadas”. Sem nos darmos conta, fazemos escolhas por vezes precipitadas. A boa notícia é que podemos conhecer esses atalhos mentais e tentar, de alguma forma, fugir deles. Veja os principais:

Comportamento de manada

Esse é o tradicional Maria vai com as outras, no português claro. Adriana explica: temos uma tendência quase inconsciente de seguirmos com o bando e a justificativa pseudorracional para esse comportamento é que se a maioria está fazendo é porque deve ser bom e seguro.

Estar fora do grupo provoca um sentimento de dor, de exclusão, afinal, nos desenvolvemos como somos seres essencialmente sociais. Legal é que dá para perceber alguns gatilhos que “ativam” esse comportamento. Por exemplo: mensagens como “entre os mais vendidos” ou “quem comprou X, também comprou Y” são comuns e podem puxá-lo ao consumo sem que você perceba.

 

Status quo ou Inércia

Tendência muito forte de manter as coisas como estão, mesmo sabendo que aquilo deixou de ser o melhor para nós. O comodismo ou a preguiça faz com que deixemos tudo igual. Por exemplo, assinatura de serviços, ou TV a cabo. Não importa se o pacote tem 500 canais e assistimos só aos da TV aberta. Geralmente, não mudamos de plano, dá trabalho. Mudar exige esforço.

 

Contas mentais

“A maioria de nós é incapaz de manter uma contabilidade mental apurada”, diz Adriana. Esta limitação faz com que muitos de nós acabemos por comprometer boa parte de nossa renda com parcelamentos, comprometendo a renda. Não se pode fazer olhar só para o valor da parcela.

 

Escolhas Intertemporais

São escolhas onde o tempo desempenha um papel determinante no processo de tomada de decisão. Por exemplo, temos dificuldade em adiar recompensas ou prêmios. Somos imediatistas.

“A maioria acaba tomando suas decisões de consumo segundo a dinâmica: recompensa agora, sacrifício depois. É aquela história do compre agora e comece a pagar daqui a X meses”, diz Adriana.

Por isso, muito cuidado! Agora que você conhece algumas armadilhas, tente recusar as sugestões rápidas que sua mente dá. Avalie a real necessidade de comprar determinados produtos ou serviços.

E você, se planeja antes de consumir? Deixe seu comentário.

Vivo Mais Saudável.

Informação que faz bem.

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