Saúde Financeira

05/09/2015 09:00 - Atualizado em 27/10/2016 10:14

Controle o orçamento familiar com 6 dicas

Ter noção dos gastos cotidianos ajuda a planejar o futuro da família.

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Redação

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Ter um orçamento familiar é indispensável para o controle das finanças. Com um olhar crítico sobre os tipos de gastos que são feitos pela família, é possível identificar se há possibilidade de economizar e, assim, fazer planos de curto, médio e longo prazo.

Controlar o dinheiro exige um pouquinho de dedicação e de tempo para montar uma planilha. Nela, a cada mês devem ser anotadas as receitas da família, bem como todo o tipo de gasto, da escola dos filhos ao cafezinho na padaria em um domingo à tarde.

Reunindo todos os números em um lugar só, é possível fazer um diagnóstico da situação atual, permitindo que se ajustem as despesas. Fazer sobrar dinheiro no fim do mês permite que se façam investimentos para o futuro, uma atitude que garante a segurança da família em caso de imprevistos. Veja como isso é possível.

casal planeja o orcamento familiar

Como controlar o orçamento familiar

A economista Aline Nast Lima de Lemos, professora da Universidade Feevale, no Rio Grande do Sul, aponta para um erro comum de quem controla o orçamento familiar: ficar muio preso ao curto prazo. Assim, as pessoas se limitam a pensar apenas nas contas do mês, sem se preocupar em guardar para o futuro.

A especialista dá uma série de dicas que ajudam no controle das finanças:

1. Registre absolutamente todos os gastos e receitas

2. Identifique na planilha todos os gastos: supermercado, estacionamento, combustível, cinema, e assim por diante

3. Com todas as movimentações anotadas, é preciso classificar esses gastos entre essencial, supérfluo e investimento

4. Observe quanto do montante está sendo investido no futuro da família

5. Tente reservar no mínimo 10% de todas as receitas para os investimentos

6. Para a soma ser positiva no final do mês, não comprometa mais que 30% da renda em dívidas.

Geralmente se pensa como investimento poupança e imóvel, mas Aline lembra que desenvolvimento pessoal, como escola, faculdade e cursos profissionalizantes, também entra nessa categoria.

Cortes de gastos no orçamento familiar

A economista aponta que há gastos que não podem ser cortados, que são os classificados como essenciais. Financiamento de imóveis, alimentação, energia elétrica, água e similares entram nessa categoria.

Mas se o objetivo é pensar no futuro, é preciso fazer sobrar alguns trocados no final do mês para serem investidos. Renegociar os planos de celular, TV a cabo e internet é uma boa maneira de cortar gastos, além de diminuir o montante direcionado aos supérfluos.

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Investimentos para o futuro

Depois de controlar todo o fluxo de caixa da casa e fazer com que a conta feche no fim do mês, é hora de planejar o futuro. Aline explica esse planejamento de maneira fácil: “assim como se sabe que para terminar a faculdade em cinco anos é preciso fazer tantas disciplinas por mês, é possível ter uma meta financeira e entender quanto você precisa investir periodicamente para chegar lá”.

A economista sugere tipos de investimento simples de fazer. O primeiro é a poupança, uma garantia de dinheiro na mão quando você precisar. Outras opções são as Letras de Crédito Imobiliário e Agrário. Para entender a melhor opção para a sua família, converse com o gerente do seu banco.

Tem outra dica para organizar o orçamento da casa? Conte para nós! E aproveite para conferir as novidades de bem-estar do Vivo Mais Saudável.

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