Saúde Financeira

16/09/2015 07:53 - Atualizado em 13/10/2016 02:16

Conta conjunta exige confiança dos parceiros

Estabelecer metas e montar um orçamento contribui para a organização financeira dos titulares.

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Redação

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A conta conjunta é muito similar a uma conta corrente normal, mas nela é possível que haja dois correntistas autorizados a controlar todos os fundos disponíveis.

Muitas pessoas ficam em dúvida sobre as vantagens e as desvantagens desse tipo de serviço, pois os titulares dividirão as suas finanças depositadas naquela conta. Segundo o consultor financeiro Gabriel Alves, essa é a escolha ideal para pessoas com objetivos em comum, como um casal que resida na mesma casa ou sócios de um negócio. Entenda melhor.

casal abrindo conta conjunta com gerente do banco

Tire suas dúvidas sobre conta conjunta

Apesar de ser um serviço bastante conhecido, muitas pessoas possuem dúvidas sobre as peculiaridades da abertura de uma conta compartilhada. Confira uma seleção de perguntas e respostas para ajudar você a saber se essa é a melhor opção para o seu caso.

Existe apenas um tipo de conta conjunta?

Existem dois tipos: a solidária e a não solidária. A primeira diz respeito a um serviço em que os dois titulares podem movimentar a conta de forma individual. Já na segunda, as movimentações (saques, depósitos, pagamentos) só são liberadas após o consentimento de ambos os proprietários da conta.

A conta apenas pode ser aberta por pessoas que possuam parentesco?

Não. Esse tipo de conta pode ser aberto por qualquer pessoa com mais de 18 anos. Apesar de ser mais comum entre pais e filhos ou casais, o serviço pode ser escolhido por pessoas sem conexão familiar.

É possível possuir uma conta individual e outra conjunta?

Sim. O indivíduo pode ser titular da conta conjunta e possuir uma conta própria. Ele terá dois acessos, dois cartões, tudo separadamente.

Como é feita a movimentação da conta conjunta?

Todos os processos são feitos como numa conta corrente tradicional. A única diferença será que, em caso de conta não solidária, ambos os titulares terão que estar presentes na movimentação dos fundos.

É possível que um dos titulares seja retirado da conta sem consentimento mútuo?

Não. A conta conjunta só poderá ser fechada com a assinatura de ambos os titulares autorizando a operação. O mesmo ocorre quando a conta passa a ser de apenas um proprietário.

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E então, será que vale a pena?

Na hora de optar por uma conta conjunta, é preciso clareza e confiança. Segundo Gabriel, transparência na hora de acertar detalhes do orçamento é fundamental. Ambas as partes devem estar inteiradas sobre os ganhos e gastos de cada titular. "Esse tipo de serviço deve funcionar para ambos os lados, senão pode acabar sendo um motivo para dor de cabeça", alerta o consultor financeiro

Estabelecer metas, definir acordos e montar um orçamento são atitudes que reduzem os riscos de desentendimento e potencializam resultados.

Você é a favor desse tipo de serviço? Ou prefere que cada pessoa administre os próprios fundos? Deixe sua opinião nos comentários! E aproveite para conferir mais dicas de bem-estar e saúde financeira aqui no Vivo Mais Saudável.

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conta compartilhada
finanças pessoais
orçamento familiar
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