José Eustáquio

ESPECIALIDADE

Educação Financeira

ONDE ATENDE

José Eustáquio

Apresentação

É palestrante em seminários e cursos para organizações públicas e privadas nas áreas de Economia Comportamental, Finanças Pessoais, Terapia Financeira e Desenvolvimento Humano, com especial ênfase em Filosofia de Vida, Qualidade Pessoal, Formação de Lideranças e Desenvolvimento de Equipes.
Comanda a Clínica de Economia Comportamental, com sede em Brasília.

O que Trata

Economia Comportamental, Finanças Pessoais, Terapia Financeira e Desenvolvimento Humano, com especial ênfase em Filosofia de Vida, Qualidade Pessoal, Formação de Lideranças e Desenvolvimento de Equipes.

Formação Acadêmica

Graduado em Economia pela Universidade de Brasília (UnB) e especialista em Finanças de Empresas (FEA/USP) e em Gestão da Qualidade Total (Fundação Carlos Alberto Vanzolini -- POLI/USP, Fundação Christiano Otoni – UFMG e JUSE/AOTS, no Japão).

Cargos e Títulos

Diretor de Economia Comportamental do Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros do Distrito Federal (IBEF/DF); Assessor Econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF); Presidente do Centro de Estudos Filosóficos do Brasil (CEFIBRA); e Conselheiro Filosófico certificado pela American Philosophical Practitioners Association (APPA).
Foi coordenador de articulação no Governo Federal e membro da equipe que elaborou o Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade (PBQP). Ainda no âmbito da Qualidade, é o único profissional latino-americano com participação no livro "The Man and Quality Control", publicado em 1993, em memória do professor Kaoru Ishikawa, maior especialista japonês da área.
Como consultor e instrutor sênior da Danton Velloso e Consultores Associados, foi titular do Núcleo Regional de Treinamento da Rede Chevrolet de 12 estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e de parte de Minas Gerais.

Saúde Financeira

13/07/2015 06:00 - Atualizado em 28/11/2016 11:07

Como economizar e sair do vermelho? Conheça a Terapia Financeira

Saber lidar com dinheiro, economizar, planejar melhor o futuro, evitar endividamento... são inúmeras razões para você experimentar esta nova área de conhecimento.

POR

José Eustáquio

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Cuidar da vida financeira não é uma tarefa fácil. E quando contraímos dívidas em excesso, a situação se torna mais difícil. Especialmente quando se chega à inadimplência e a renegociação se torna mandatória. Existe uma fórmula “milagrosa” para se fazer uma boa negociação nesta situação?

O conselheiro e terapeuta financeiro José Eustáquio Moreira de Carvalho, economista, dá algumas dicas para o reconhecimento e a trajetória do problema, bem como para construir um projeto de renegociação e, mesmo diante da crise, conquistar a confiança dos credores e o tão sonhado equilíbrio que leva à prosperidade financeira.

É fundamental que se faça uma autoterapia financeira, que consiste em:

a) O endividamento é principalmente um problema emocional e não matemático. Então, se você está em situação financeira de extrema dificuldade, a melhor coisa a fazer de imediato é, ironicamente, nada;

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b) Assim, da próxima vez, quando as contas chegarem, ao invés de apenas reagir intempestivamente, junte-as e coloque em uma pasta. Ignore os telefonemas dos cobradores. Dê uma chance a você mesmo para fortalecer seu núcleo emocional, antes de partir para qualquer ação. Você continuará sabendo que tem um problema, mas alguns dias buscando uma maneira pacífica para lidar com a questão, mesmo sem alterar a realidade, te dará um bom espaço de tempo para formatar uma solução em base estável, capaz de construir uma saída definitiva do problema;

c) Em vez de ficar andando desorientado, de um lado para o outro, comece por livrar-se do pânico da crise financeira que está vivendo, cuidando em primeiro lugar do seu equilíbrio emocional. Uma vez encontrado o nível de equilíbrio perdido, você poderá lidar melhor com o pagamento das suas contas e com o seu endividamento;

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d) Entenda que, ao invés de promover uma imediata intervenção financeira, as melhores soluções para enfrentar os primeiros dias de pânico causados pelas cobranças das dívidas, estão nos momentos de meditação, de oração, de atividades físicas e no “estoque” de autoeducação que você possua ou busque nesta situação;

Criado esse ambiente emocional, você está no momento propício para elaborar o projeto de negociação para quitação ou repactuação das dívidas.

Siga os passos abaixo:

1. Descobrir quando, como e porque as dificuldades de pagar as dívidas começaram;

2. Fazer um levantamento de todas as dívidas, anotando todos os custos e prazos de cada uma;

3. Pesquisar se existem possibilidades, imediatas ou em curto prazo, de ganhos extras, recebimento de algum crédito ou herança;

4. Parar, pensar e analisar o quanto se está disposto a estabelecer, e cumprir, um programa de restabelecimento do equilíbrio financeiro;

5. A partir destas informações e atitudes, fazer um plano de renegociação de todas as dívidas e, bem documentado, procurar aos credores, firme e confiante, apresentando a real situação financeira e uma proposta de como pretende reequilibrá-la;

6. Lembrar sempre que todo credor quer receber o que lhe devem. Para isso está disposto a negociar, desde que sinta a seriedade, disposição, viabilidade e firmeza de propósito do devedor (Confie firmemente nesse último passo!).

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