Qualidade de Vida

28/09/2015 08:44 - Atualizado em 02/12/2016 09:58

Tabela chinesa pode prever o sexo do bebê?

Cálculo é realizado a partir da idade lunar da mãe e do mês de concepção da criança.

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Redação

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Uma das maiores expectativas durante a gravidez é o momento da descoberta do sexo do bebê. Para driblar a curiosidade e a espera, superstições como a tabela chinesa podem ser levadas em consideração, pelo menos entre aqueles que acreditem no cálculo.

Datada de mais de 700 anos, a lenda conta que a invenção foi encontrada na tumba de uma família real chinesa. É importante ressaltar que não há estudos que comprovem sua aplicabilidade. Confira como ela funciona e quais métodos conseguem apontar, de fato, o sexo da criança.

Como funciona a tabela chinesa

Para identificar se você espera um menino ou uma menina, você precisará saber o  mês de concepção da criança e a sua idade lunar. Ela pode ser calculada apenas adicionando mais um ano à sua idade real. Porém, mamães que tenham nascido em janeiro ou fevereiro não precisam realizar a adição para utilizar a tabela chinesa.

Ao cruzar sua idade lunar com o mês em que o bebê foi concebido, a tabela supostamente mostrará o sexo da criança, conforme o infográfico abaixo.

tabela chinesa infográfico

Muitas gestantes, assim como os pais, desejam saber o quanto antes se o novo herdeiro será um menino ou uma menina. Os motivos são muitos, como a escolha do nome, da decoração do quarto e das roupas.

Contudo, métodos como a tabela chinesa podem falhar, pois não há comprovação científica. Se a curiosidade for muita, é necessário recorrer a exames específicos para ter certeza do sexo do bebê.

Como descobrir o sexo do bebê

Além da tabela chinesa e de outras superstições, existem diversas opções clínicas que auxiliam os pais a sanar uma das principais dúvidas da gravidez. A partir da oitava semana de gestação, é possível realizar o exame de sangue de sexagem fetal. A análise consiste em identificar a presença ou ausência de cromossomos Y, do sexo masculino, no sangue da mãe

A vantagem é que o exame acerta em até 99% dos casos. Por outro lado, o custo é alto e ele não é oferecido na rede pública de saúde ou coberto por planos de saúde. Além disso, para mães de gêmeos ou mais crianças, a opção não consegue precisar quantos meninos há no útero da mulher.

mãe e pai com obstetra tentando adivinhar sexo do bebê sem tabela chinesa

A partir da décima semana de gestação, é possível recorrer ao exame de urina de farmácia. Relativamente nova no Brasil, a opção oferece praticidade e rapidez para desvendar o sexo da criança.

Entretanto, o exame também possui um custo alto e não está disponível em todo o país. Segundo o próprio fabricante, o teste tem eficácia de cerca de 90% e mostra resultados em apenas dez minutos

Ainda na décima semana de gravidez, exames genéticos também podem ser feitos. Contudo, eles podem trazer riscos para o bebê e são recomendados apenas quando há suspeita de algum problema com o feto. Nesse caso, existe a chance de aborto espontâneo de 1% para cada exame.

A partir de 13 semanas, o ultrassom pode ser utilizado para saber se a criança é menino ou menina. Além de ser a de menor custo, é a maneira mais utilizada e indicada pelos médicos. Porém, também há algumas desvantagens.

Muitas vezes, os bebês estão virados de costas, sentados ou com as pernas cruzadas, o que dificulta a visualização. Além disso, a experiência do médico e até a qualidade da máquina de ultrassonografia podem interferir nos resultados.

Você já usou a tabela chinesa ou outras superstições para descobrir o sexo do bebê? Deu resultado? Conte para nós! E aproveite para conferir mais dicas de saúde e bem-estar aqui no Vivo Mais Saudável.

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gravidez
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