Dra. Clarissa Maneiro

ESPECIALIDADE

Psiquiatria

ONDE ATENDE

Dra. Clarissa Maneiro

Apresentação

Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (2005), Residência Médica em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008) e Pós-Graduação em Psiquiatria da Infância e Adolescência pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Psiquiatria Clínica, atuando principalmente nos seguintes temas: psiquiatria da infância e adolescência, TDAH e saúde mental da mulher.

O que Trata

Adulto e Infantil

Formação Acadêmica

Médica graduada pela UFF com residência médica em Psiquiatria IPUB-UFRJ

Cargos e Títulos

Especialista em Psiquiatria da Infância pela Associação Brasileira de Psiquiatria

Qualidade de Vida

30/05/2014 09:00 - Atualizado em 26/11/2016 07:38

Amar faz bem à saúde! Freud explica e a gente adora

Apaixonar-se significa erupção de emoções, hormônios e benefícios para o corpo.

POR

Dra. Clarissa Maneiro

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Todos nós já ouvimos o ditado “o amor é cego”. E, até certo ponto, não podemos desprezar a sabedoria popular. Quando nos apaixonamos, provocamos uma erupção de hormônios e neurotransmissores em nosso corpo e ficamos meio “drogados” mesmo. Porém, ao contrário das drogas sintéticas, essas nossas drogas naturais nos fazem bem. E muito!

A mais famosa dessas substâncias é o hormônio “do prazer e do amor” chamado ocitocina.

Na escola, classicamente aprendemos que ela tem a função de contrair o útero e diminuir o sangramento pós-parto, além de estimular a produção do leite materno. Mas a melhor parte ninguém fala – ou não falava! A ocitocina, presente tanto em mulheres quanto em homens, nos ajuda a ter mais libido, mais prazer durante a relação sexual e orgasmos mais intensos. Aumenta a lubrificação vaginal e a sensibilidade do pênis, por exemplo.

No organismo, a ocitocina causa vasodilatação, prevenindo isquemia, reduzindo a pressão arterial e deixando nossa pele mais viçosa; impede também a perda de massa muscular (atenção marombeiros de plantão!) porque aumenta os hormônios anabólicos, como a testosterona, e reduz os catabólicos.

E no cérebro? Por incrível que pareça, as neurociências já comprovaram que esse hormônio é capaz de reduzir a ansiedade, nos deixar mais bem-humorados e melhorar a sociabilidade, desenvolver o apego e a empatia entre as pessoas, melhorar nossa compaixão. Uma pesquisa da University of Concordia, no Canadá, recentemente publicada no periódico Emotion, mostrou que, ao utilizar ocitocina intranasal em autistas e esquizofrênicos, esses pacientes foram capazes de perceber melhor as emoções e expressões faciais das outras pessoas. Ano passado, a revista Medical News Today publicou um estudo sugerindo que a ocitocina estimula o centro de recompensa no cérebro masculino, o que os pesquisadores dizem aumentar a atratividade do parceiro e reforçar a monogamia, ou seja, ajuda a tornar os homens mais fiéis.

Resta a pergunta: como então aumentar nossos níveis de ocitocina e fazermos bem a nós mesmos?

Algumas respostas a Medicina já nos deu: ter relações sexuais prazerosas – o orgasmo libera duas vezes mais ocitocina do que os níveis normais; amamentar seu bebê (para as mamães); tocar (ou se deixar tocar) nos mamilos (homens e mulheres, hein!); fazer contato físico com as outras pessoas – abraçar, beijar, contato pele a pele; massagens; comer sua comida favorita; estar rodeado de amigos; meditar 20 minutos por dia; ter carinho por um animal de estimação; ser gentil com os outros (aquela sensação boa depois de fazer o bem já é a ocitocina atuando).

E aí lá vem a sabedoria popular nos ensinando de novo: “é dando que se recebe!”.

Portanto, vamos amar!


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