Psicologia Infantil

16/02/2015 07:38 - Atualizado em 19/04/2016 08:29

Veja como a guarda compartilhada é importante para as crianças

Uma nova lei foi aprovada no Brasil para priorizar a guarda compartilhada dos filhos.

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Redação

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Quando um casal com filhos se separa, a principal preocupação é com a guarda das crianças. Mesmo quando os pais não têm mais um convívio amigável, a guarda compartilhada pode beneficiar diretamente o menor. Pensando nisso, uma nova lei foi sancionada para priorizar a decisão por essa maneira de criar os filhos.

guarda compartilhada

Importância da guarda compartilhada

A guarda compartilhada pode melhorar muito a infância das crianças com pais separados. De acordo com dados do IBGE, atualmente apenas 7,73% dos filhos de casais separados vivem sob esse regime. Na maioria dos casos (85,07%), a criança ainda fica com a mãe, e, em 5,35%, com o pai.

Com isso, muitos menores acabam sofrendo com a ausência de um dos genitores, o que pode causar complicações no futuro, até mesmo na vida social da pessoa.

Todas as crianças têm o direito de crescer convivendo tanto com o pai quanto com a mãe. O contato e a participação no cotidiano dos filhos têm consequências psicológicas, proporcionando uma vida mais saudável e completa. É isso que deve estar em primeiro lugar quando ocorre um divórcio: o bem-estar dos filhos.

Novas regras para guarda compartilhada

Em dezembro de 2014, uma nova lei entrou em vigor. De acordo com a alteração no Código Civil, o juiz deverá priorizar a guarda compartilhada mesmo nos casos em que pais não concordem sobre quem fica com o filho.

A lei obrigará, na prática, os pais separados a dividirem as decisões sobre a vida do filho. Porém, não exigirá que a criança reveze a moradia, passando exatamente metade do tempo com a mãe e a outra metade com o pai.

Segundo a nova regra, se não houver um acordo entre os pais, o juiz deverá conceder a guarda compartilhada. Com isso, os pais deverão decidir em conjunto tudo o que diz respeito ao filho. O objetivo principal da mudança é beneficiar a criança, evitando que ela cresça com pais ausentes.

A lei também visa a melhorar casos em que os pais, por desentendimento e conflito entre si, impedem o convívio do filho com o outro genitor. A partir de agora, eles serão obrigados a facilitar a convivência e permitir que o outro compartilhe das decisões.

Busca-se, assim, garantir uma divisão equilibrada de responsabilidades e de tempo com cada um dos pais, para que os dois decidam conjuntamente o que é melhor para a criança.

Tudo isso foi pensado para que os danos causados à criança por causa da separação dos pais sejam evitados. A guarda compartilhada é um fator importante na ajuda para combater casos de alienação parental.

Já em relação à pensão, nada muda com a nova regra. A divisão das despesas deve continuar sendo feita de acordo com as necessidades da criança e com as possibilidades financeiras dos pais.

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