Psicologia Infantil

26/01/2015 07:33 - Atualizado em 29/11/2016 01:49

Escola americana pode ser opção para educação do seu filho

Investimento na escola americana precisa ser analisado com critérios específicos antes da decisão.

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Redação

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No atual mundo globalizado, as escolas precisam adequar o conteúdo disciplinar para cativar os alunos e convencer os pais. Uma opção que vem ganhando espaço entre os interessados em educação de alto nível é a chamada escola americana, que promete abordagem bilíngue e currículo internacional. Entenda como elas funcionam e descubra se vale a pena investir.

escola americana

Escola americana facilita estudo no exterior

O currículo internacional adotado por boa parte das instituições bilíngues genericamente conhecidas por “escola americana” facilita o ingresso dos ex-alunos em universidades fora do Brasil. O foco no exterior é tão grande que boa parte dos pais procura conhecer essas possibilidades antes de matricular os filhos - projetam a vida internacional dos pequenos desde cedo.

Além do currículo diferenciado e da abordagem bilíngue, que torna o aluno proficiente em pelo menos um idioma além do português, outro fator que abre as portas para o ensino no exterior é a convivência com colegas de diferentes lugares do mundo.

A criança cresce, é educada e faz amizades em um ambiente de culturas diversificadas, o que acaba ampliando sua visão de mundo de forma precoce.

O que muda em relação ao ensino tradicional

A escola americana oferece uma imersão quase completa na língua inglesa, por isso a criança é alfabetizada nos dois idiomas ao mesmo tempo.

Ao contrário do que normalmente se pensa, esse processo facilita o aprendizado, e não o contrário, podendo até acelerar o desenvolvimento cognitivo dos jovens, conforme aponta uma pesquisa do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP).

Quanto à matriz curricular, vale salientar que a a espinha dorsal das disciplinas é o chamado International Baccalaureate (IB), um programa difundido no mundo e que permite e facilita o trânsito do aluno por instituições acadêmicas ao redor do mundo. São apenas seis disciplinas, menos da metade do que se tem em média no currículo tradicional.

No entanto, para atender às exigências do Ministério da Educação (MEC), a escola americana oferece uma formação complementar, que abrange as disciplinas impostas pelo MEC não contempladas pelo IB. Assim, ao fim do curso, o aluno obtém a certificação nacional juntamente com a internacional.

Outra diferença diz respeito ao aspecto multidisciplinar das escolas: os conteúdos são apresentados de forma ampla e diversificada, com abordagens que favorecem a correlação entre disciplinas, numa oposição à segmentação que muitas vezes se vê no ensino tradicional.

Vale a pena investir em uma escola americana?

O investimento é praticamente proibitivo: algumas instituições chegam a cobrar mensalidades que superam os 5.000 reais durante o Ensino Médio. Para pesar os prós e contras do gasto, é preciso analisar a escola com profundidade e procurar conhecer a opinião dos filhos.

Isso porque a predisposição das crianças para frequentar um ambiente bem diferente do contexto cultural ao qual estão acostumadas é fundamental. Se não houver adaptação plena e criança se desmotivar, o dinheiro será desperdiçado.

Tenha em mente, ainda, que essas instituições não direcionam a grade curricular para os vestibulares das universidades federais ou o ENEM, como acontece em várias escolas da elite nacional.

Os alunos que não vão para o exterior geralmente procuram instituições privadas com foco no empreendedorismo, buscando um direcionamento que não abrange os vestibulares típicos.

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