Psicologia Infantil

26/01/2015 11:22 - Atualizado em 28/11/2016 02:56

Como a violência nas escolas afeta a vida das crianças

Casos de violência nas escolas são bastante prejudiciais à saúde mental infantil.

POR

Redação

  • +A
  • -A

O aluno que bateu na professora, causou uma série de fraturas e ficou impune. O professor que arremessou uma cadeira em direção aos alunos. Os casos de violência nas escolas adquirem proporções cada vez maiores e passam a afetar não apenas as pessoas que estão envolvidas, mas todo o círculo social que tem ligação com a escola.

Como lidar com a violência nas escolas

O primeiro passo para tomar uma atitude correta com relação à violência nas escolas é identificar o tipo de agressão que acontece. A violência escolar pode ser designada de três formas diferentes: aquela que acontece na escola, a dos alunos à escola e a violência que parte da escola. Qualquer uma delas é grave e merece atenção.

violencia nas escolas

Quando a violência nas escolas ocorre entre os alunos, o passo seguinte é entender a frequência com que os atos violentos se repetem. Se as agressões se manifestam com frequência e partem sempre das mesmas pessoas, direcionadas ao mesmos alunos, elas podem integrar um caso de bullying, uma espécie de perseguição satírica e violenta.

Caso seja a primeira ocorrência, é preciso compreender qual o motivo que desencadeou aquele problema. Muitas vezes, um aluno já apresenta atitudes rudes e rebeldes em outros momentos e o ato de violência acaba por ser apenas a explosão de algo que já vinha se formando há mais tempo. Nesses casos, o diálogo com a família e o psicopedagogo é fundamental.

Nas situações em que a violência parte dos alunos e é direcionada à escola, é preciso definir em qual dos tipos se enquadra. Pode ser que a violência seja apenas um ato de vandalismo e de rebeldia, muito comuns na adolescência. Os jovens enxergam os limites impostos pelas escolas como um tipo de desafio ou de penalidade.

Mas pode ser que a violência nas escolas seja resultado de algum desequilíbrio mental do aluno ou revolta por um acontecimento específico. Nesses casos, apenas a orientação educacional pode não ser suficiente. Torna-se fundamental relatar o problema às autoridades superiores. O estudante pode acabar afastado do ambiente escolar.

Caso a hostilidade nas escolas parta dos próprios professores e do seu corpo docente, o problema é ainda mais preocupante. Além de haver grande número de alunos sujeitos às consequências das atitudes violentas, os educadores são aqueles que devem dar o exemplo moral aos alunos.

Quando a escola é violenta com relação aos alunos, é preciso ocorrer o intermédio de instâncias superiores. Se a ação se dá por parte de professores e funcionários, a direção deve intervir e procurar afastar essas pessoas do ambiente escolar. Se foi a própria direção que originou o ato, espera-se que o governo aja para mudar o corpo diretivo e minimizar os danos.

Violência nas escolas: Um dia para a paz

A violência nas escolas é só mais um dos diversos tipos de violência que existem no mundo. A Organização das Nações Unidas (ONU), em sua incessante busca pela paz mundial, escolheu o dia 30 de janeiro como o Dia Mundial da Não-Violência. A data é uma homenagem a Mohandas Gandhi, conhecido como Mahatma, que para os indianos significa alma iluminada.

Ele foi um dos maiores pacifistas e lutou até a morte para conquistar o respeito e aceitação. Através de protestos não-violentos e enfrentamentos contra o governo, procurou dar fim ao racismo e ao preconceito.

Foi um dos principais responsáveis pela conquista da independência da Índia. Ao tentar unificar as religiões hindu e muçulmana, foi assassinado por um hinduísta radical. Em seu nome, a ONU criou um dia para a luta pela paz.

Gostou das dicas? Então deixe um comentário! E não esqueça de curtir nossa página no Facebook para ficar ligado em todas as novidades do Vivo Mais Saudável.

TAGS
escola
ensino
educação
crianças

Comentários

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

SERVIÇOS PARA VOCÊ