Psicologia Infantil

14/09/2014 05:00 - Atualizado em 26/11/2016 01:47

Atenção ao seu filho: Criança precisa brincar e adultos devem incentivar o hábito

Compromissos semanais infantis não podem suprimir o fato de que criança precisa brincar.

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Redação

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Seu filho estuda pela manhã, faz inglês e natação à tarde, e à noite, antes de dormir, precisa dar conta das lições de casa. Mas e o tempo para brincar, cadê? Você já deve ter ouvido o dito ‘brincar é coisa séria’. E realmente o é. Quem garante são os profissionais ligados à educação infantil, que incumbem aos pais a tarefa de estabelecer horários para entretenimento na agenda semanal da molecada.

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Criança precisa brincar: os benefícios da brincadeira

O tema é tão importante que, inclusive, constitui-se em um dos princípios da Declaração Universal dos Direitos da Criança, previsto pela Assembleia Geral das Nações Unidas de 1959. Como alertam pedagogos e psicólogos, criança precisa brincar, pois é a partir desses momentos lúdicos que os pequenos constroem seu intelecto, suas emoções e toda sua estrutura psíquica.

A criança que brinca não apenas trabalha sua parte motora, desenvolvendo a coordenação, mas também se torna mais esperta, mais interessada e até mais aberta ao aprendizado, tudo isso espontaneamente. Toda criança precisa brincar para dar vazão a sua criatividade, a sua imaginação.

Ao terem sua inventividade instigada, os pequenos têm estimulada também a inteligência. O infante que brinca, permite-se errar e aprender, sem julgamentos e isso pode gerar reflexos na vida adulta. Uma infância bem vivida pode formar um adulto mais equilibrado e maduro, avisam especialistas.

Por outro lado, a garotada que cresce sem recreação tende a tornar-se insegura quando crescida já que temem exporem-se a riscos, o que, em forma de brincadeira, faz-se sem perceber.

Criança precisa brincar: participação dos pais

A percepção dos pais de que a criança precisa brincar é importante uma vez que lhes cabe estimular esses períodos de lazer. Também é indicado a papais e mamães que não apressem o crescimento do filho: tratá-lo como rapazinho ou mocinha vai privá-lo desta tão importante etapa de descobertas que é a infância.

Quando investir na compra de brinquedos, oriente-se pela variedade: uma boneca ou urso de pelúcia, por exemplo, são objetos de afeto; uma bola ou bicicleta, de socialização e exposição ao ar livre; fantasias de super-herois e de profissões instigam o faz-de-conta; e os materiais de montar e desmontar, bem como os de pintura, ensinam a sentir-se bem mesmo quando se tem de brincar sozinho.

O brinquedo, aliás, é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento infantil. Com eles a criança se concentra e tem sua capacidade de resolver problemas desafiada de forma sutil. Tendo contato com objetos de passatempo desde pequeno aprende-se a respeitar regras, a compartilhar coisas – este talvez seja um dos argumentos mais importantes de por que criança precisa brincar para alguns pais.

Sempre que possível, permita que a criança escolha o brinquedo que quer comprar. Se achar que o produto não condiz com sua idade, explique-o e mostre-lhe outras opções, sem influenciar na escolha.
Observe a forma como a menina ou menino brinca. Lembre que a criança expressa muitos de seus sentimentos através dos brinquedos.

Por fim, tenha em mente que sua participação em algumas brincadeiras deve mostrar à criança que brincar é saudável e que ela deve aproveitar essa possibilidade da infância. Quando não puder fazer parte, tente ficar por perto, assim o pequeno perceberá que você realmente o apóia e defende que criança precisa brincar.

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