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07/09/2015 06:00 - Atualizado em 03/12/2016 10:18

Consumista compulsivo nunca mais! Lui Langz conta como aprendeu a lidar com o dinheiro

Aos 67 anos, o fotógrafo profissional tem boa reserva financeira, mas há cinco anos vivia em dívidas e empréstimos bancários.

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Redação

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Hoje Lui Langz paga as dívidas, aplica no banco, faz compras quando necessário, tudo de forma correta, mas cinco anos atrás a situação era bem diferente. Conheça a história desse curitibano de 67 anos, que hoje se considera um homem feliz e livre de dívidas. 

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Lui Langz aprendeu a lidar com o dinheiro apenas na terceira idade, um mérito e tanto para o curitibano de 67 anos que se denomina um ex-consumista compulsivo. O funcionário público aposentado da Petrobras, e hoje fotógrafo profissional e ator nas horas vagas, relembra o quanto se prejudicou financeiramente através de contas atrasadas, dívidas imensas, nome sujo em banco, entre outras coisas. “Em 2010 eu comprei e vendi dólares, no final daquele ano perdi cerca de 12 mil dólares. Fiquei amarrado com a Serasa, e bancos me chamaram para conversar”, conta.

A solução foi imediata. Lui começou a guardar dinheiro mensalmente e aplicar na poupança, uma fórmula, que para ele, não foi difícil de realizar. “Em dezembro de 2011 recebi o décimo terceiro salário, abri poupança com R$100,00 e em janeiro depositei R$110,00, em fevereiro R$120,00, e assim até dezembro, até que no final do ano eu estava com R$2.045,22. Assim eu pude comprar presentes melhores para a minha família. Hoje após quase quatro anos já tenho uma pequena reserva de grana e ando investindo em ações. Nada grande, mas dá para tomar umas pingas e ir ao teatro de vez em quando.”


“Não tinha dinheiro para os meus filhos”

Pai de dois filhos adultos, Lui confessa o quanto o consumismo prejudicou sua relação familiar.
“Eu tinha oito pares de sapatos, nove relógios diferentes, vários tipos de camisas. Comprava violões, e mesmo depois de vários anos eu não sei tocar." Para o curitibano, o gasto excessivo é um hábito antigo. “Desde jovem já gostava de gastar, e muitas coisas que comprava eram apenas para ter em casa. Sempre fui esbanjador e vivia no cheque especial. Eu não tinha dinheiro para comprar nada para os meus filhos. Em 2010 tomei vergonha na cara para dar aquela guinada.”

Controlado, Lui acredita que o planejamento é a base de tudo para uma vida financeira saudável. “Tenho agenda onde ponho tudo: as contas para pagar, o que me devem, tudo. Tiro a lição de que se você está ferrado, pare e pense como resolver.”

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