Motivação

12/01/2016 10:00 - Atualizado em 05/12/2016 05:04

Competitividade no trabalho: Bom ou ruim?

A competição saudável estimula os profissionais e traz bons resultados para as empresas.

POR

Redação

  • +A
  • -A

A medida certa de competitividade no trabalho é saudável para o ambiente corporativo e para os funcionários, que se sentem desafiados a se superar a cada dia e a alcançar o sucesso. Porém, é preciso ter cuidado para que ela não se torne uma competição entre os colegas e acabe prejudicando o rendimento dos colaboradores, bem como o êxito da empresa.

Quando o incentivo não é feito da maneira certa, ou então não é bem interpretado, o ambiente profissional pode se tornar extremamente agressivo, com colegas competindo entre si e esquecendo que o objetivo deveria ser o mesmo para todos: o crescimento da empresa.

competitividade - queda de braço de executivos

Até quando a competitividade é saudável?

Primeiro é preciso diferenciar o termo “competitividade” de “competição”. A competitividade é considerada saudável, pois consiste na autossuperação e na busca pelo melhor de si mesmo. Já a competição é superar o outro, buscando ser melhor e vencê-lo.

A competitividade positiva é estimulante e incentiva os profissionais a alcançarem o seu melhor, ajudando também as empresas a crescerem, pois aumenta a capacidade de inovação dos funcionários. As organizações que saibam incentivar os colaboradores conseguem alcançar resultados com mais rapidez.

Para isso, é preciso disponibilizar para o profissional oportunidades de superação e um ambiente saudável. Assim, aquele funcionário que utilize estratégias para se superar a partir da comparação entre sua performance atual e o desempenho anterior na carreira consegue se destacar.

Como lidar com a competição fora de controle

Quando a competitividade sai do controle e se torna uma competição, a colaboração deixa de existir e, na maioria dos casos, a ética também é deixada de lado. Ocorre a famosa “puxada de tapete” entre os profissionais, que disputam entre si para que um se destaque mais que o outro.

Alguns sinais podem ser percebidos, quando essas situações se tornam exacerbadas. Entre eles está a busca por sempre expor os defeitos e erros dos colegas com o objetivo de ser mais valorizado e desmerecer os outros. Outro é guardar apenas para si informações importantes para o trabalho da equipe e que deveriam ser compartilhadas.

Saiba Mais
Liderança e motivação são fundamentais para qualquer equipe
Plano de carreira estimula equipes a atingir resultados
DORT: Esforço repetitivo no trabalho causa distúrbios

Além disso, atitudes como plagiar trabalhos, roubar ideias e desfrutar sozinho do reconhecimento de um sucesso construído em equipe também indicam que o profissional perdeu os limites da ética. Os objetivos do grupo e até mesmo da empresa são esquecidos, e apenas são levados em consideração aqueles que trarão benefícios diretos para si mesmo.

Essas situações não ocorrem apenas entre colegas do mesmo nível, mas também nas relações entre chefe e subordinado. Em alguns casos, por exemplo, líderes são inseguros e consideram o bom desempenho de seus subordinados uma ameaça ao seu cargo. Com isso, acabam desmotivando e competindo com a própria equipe que lideram.

Para manter um ambiente de trabalho competitivo e saudável, é preciso focar no seu próprio desenvolvimento como profissional. Em vez de se comparar com os outros, busque sempre a autossuperação, identificando em que aspectos você pode melhorar para alcançar bons resultados para si, para a equipe e para a empresa.

Você já trabalhou num ambiente muito competitivo? Como foi a experiência? Deixe um comentário! E aproveite para conferir outras dicas de bem-estar aqui no Vivo Mais Saudável.

TAGS
liderança
inovação
clima organizacional
ambiente de trabalho

Comentários

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

SERVIÇOS PARA VOCÊ