Motivação

26/10/2015 06:00 - Atualizado em 10/09/2016 11:09

Carioca Ângela Oliveira conta como superou as dores da trombose na perna

Ângela Oliveira sofreu com muitas dores em razão da doença, hoje, ela lida com mais naturalidade o tratamento

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Redação

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No início do ano passado, Ângela Martins de Oliveira, aos 56 anos, começou a sentir fortes dores na perna, febre, náuseas, sintomas cada vez mais constantes e não sabia qual o motivo. Preocupada, a assistente administrativa resolveu ir ao médico e descobriu que estava com trombose, formação de coágulo nas veias que bloqueia o fluxo de sangue. Nesse momento, Ângela decidiu investir em se cuidar para que não precisasse perder a perna. “A minha perna estava ficando inchada, e eu estava cada vez mais receosa com a doença. Fiquei internada durante um mês no hospital com a perna imobilizada e aí veio a parte mais difícil, eu tomei antibiótico na veia durante 25 dias seguidos.”

Em casa os cuidados se tornaram intensos. A moradora de Mesquita, Baixada Fluminense, passou por alguns obstáculos durante meses. E sabia que se não tomasse a precaução necessária poderia ser bem diferente. “Além das dores, a maior dificuldade era andar e por causa disso fiquei três meses sem poder sair de casa. Eu chorava muito quando a agulha saia da veia e a minha reação era de vomitar em consequência dos diversos remédios”, lembra.

Um ano depois da descoberta, Ângela analisa sua vida de uma forma bem diferente. “Hoje faço uma dieta médica e deixei de consumir muita besteira, como mais salada e frutas. Também passo uns cremes para clarear minha perna.”Vejo a vida mais leve. Sobre a trombose, conheci outras pessoas que tiveram a mesma doença e só quem passa sabe bem os motivos. Sou uma mulher feliz, animada, e aproveito a vida da melhor maneira que posso.”


Mensagem de Ângela sobre sua história de superação:

“Eu cheguei a pensar que poderia morrer por causa da infecção generalizada, mas quem tem um Deus não teme se ele é o dono de sua vida. Agradeço também a compreensão de amigos, e principalmente da minha cunhada e sobrinha que me ajudaram nos afazeres de casa e todos os cuidados.”

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trombose
como lidar com a trombose
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