Motivação

07/12/2015 06:00 - Atualizado em 22/11/2016 12:19

Após retirada da mama, como Alessandra lida com o câncer? Leia e se emocione

Em processo de quimioterapia, a enfermeira ressalta a importância da família e da fé para lidar com o câncer.

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Redação

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Aos 27 anos, Alessandra de Souza Maldonado se prepara para enfrentar uma sessão de quimioterapia como parte do tratamento contra o câncer de mama. A enfermeira resolveu contar tudo sobre o início do tratamento e a expectativa pela quimioterapia. Uma verdadeira história de superação. 

Quatro casos contra o câncer de mama

Quando foi constatado o câncer de mama?

Em agosto desse ano fui ao médico e simplesmente fiz um exame mamário. Foi apenas um toque que tudo começou, que fez eu descobrir o câncer bem no início. Fez toda a diferença na minha cura. No primeiro momento chorei, ainda mais por saber que precisaria retirar toda mama direita, e logo após caiu a ficha que o mundo não acabou.

Qual a sensação como mulher?

Eu sou bem tranquila em relação ao meu seio, até porque vi várias fotos antes para não chocar muito. Depois da cirurgia fiz a reconstituição no mesmo momento da mastectomia.

Qual foi a reação da família?

Sou grata por ter um filho de 9 anos que é tudo na minha vida e o prazer de ter amamentado até os 3 anos. Também é muito bom ter um marido que me ama e me dá muita força. A dor simplesmente ameniza com o apoio de todos.

O próximo passo é a quimioterapia. Qual sua expectativa?

Então, está chegando o grande dia no qual o meu primeiro ciclo irá começar. Eu iniciarei uma quimioterapia vermelha e essas drogas chegarão destruindo tudo de mal que ficou. Mudei até o visual para que eu possa me adaptar melhor.

Como surgiu essa mudança de visual?

Um pouco antes da minha cirurgia eu resolvi cortar o cabelo e adorei o resultado. Eu sei que quando iniciar a quimioterapia o meu cabelo vai começa a falhar, lá no 10º a 14ºdia após começar as sessões, então irei passar a máquina para não ser tão doloroso. Desde o início disse que só usaria lenços, pois sempre achei que peruca as pessoas olham sabendo que é artificial, mas ganhei algumas tão lindas e naturais. O importante é saber que estou assim pela minha cura, logo chegará e ficarei ótima e careca. Fora isso explorarei os lenços.

Você já lidou com pensamentos negativos em torno da sua recuperação?

Éu sou uma mulher com muita fé, católica e vou à igreja todos os domingos. Tenho uma força muito grande, não gosto e não permito pensar o pior.

Muitas mulheres ficam deprimidas diante das transformações do tratamento. Você parece estar confiante, não é?

Manter a confiança é primordial para o tratamento. Tudo que fazemos em nossa vida temos que ter pensamento positivo, isso melhora muito durante todo o processo.

Por que você considera a sua história como superação?

Pois sou muita nova e já tive 3 perdas na família com essa doença (avô paterno e mãe por câncer de fígado, e avô materno por câncer de próstata), mas tenho fé, força e perseverança que a minha história é diferente.

Você tem algum lema?

Queria dizer que aqui, a tristeza não tem lugar. Ela até acontece, mais vai embora rapidamente. Contagioso aqui, só alegria de viver. O câncer de mama não é uma sentença.

Quando terminar o tratamento, o que você pretende fazer?

Com certeza irei para Fernando de Noronha com a família. 

Gostou da história da Alessandra? Deixe seu comentário.

Você também pode contar a sua história de superação. Ela pode ser a próxima aqui no Vivo Mais Saudável.

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retirada da mama
câncer de mama
história de superação
quimioterapia

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