Motivação

19/10/2015 06:00 - Atualizado em 06/12/2016 12:10

Após grave acidente de moto, Ivanilde conta como a fé ajudou em sua recuperação

Ivanilde Novais da Mota explica como conseguiu lidar com a dor na coluna depois de passar por vários obstáculos.

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Redação

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A mineira Ivanilde Novais da Mota se considera uma nova mulher após enfrentar vários obstáculos nos últimos anos. Fatos que ela acredita que se não fosse a fé em Deus, o resultado poderia ser bem diferente. Em 2014, um cisto na gengiva fez Ivanilde perder grande parte da dentição superior. Na época ainda desempregada, a professora contou com a ajuda de familiares para a recuperação em casa. Ao mesmo tempo, enfrentava um grande problema no casamento. “Eu também estava passando por um momento difícil na família, vivendo a separação, meu esposo me deixou para viver com outra mulher, eu estava lutando com a recuperação de uma cirurgia que havia feito quando ele me deixou, mas graças a Deus o maligno (cisto) foi retirado a tempo de se regenerar e o tratamento estava indo bem”, lembra. 

No entanto, em cinco de agosto de 2014, ela caiu da moto em que estava e, consequentemente, machucou seriamente a coluna cervical. “Eu estava com uma dor de cabeça e resolvi ir até o posto de saúde verificar a pressão, uma senhora atravessou na frente quando virei a esquina, eu tentei frear mas bati nela. Com o peso da moto e o impacto do freio, acabei caindo de costas no chão e debaixo da moto. Acordei apenas no hospital com muitas dores e não sei o que houve com a senhora.”

Avaliada por um ortopedista, ficou três dias em casa imobilizada até conseguir uma vaga no hospital de Mato Verde (MG), cidade onde mora. “O médico disse que provavelmente eu iria para uma cadeira de rodas. Fiquei muito desesperada e pedi para Nossa Senhora me ajudar a levantar da cama. Ao passar no ortopedista, ele apenas retirou o colar azul e colocou um mais apertado e me recomendou muito repouso, era uma fratura pequena, mas que precisava de cuidados. Era muita dor, eu sofri muito. Ainda mais tinha a injeção forte aplicada com frequência para aliviar a dor.”


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A fé

Católica praticante, Ivanilde se preparava para participar de uma romaria em direção a Aparecida do Norte. Mas como enfrentar uma viagem com as dores na coluna? Mesmo com todas as dificuldades, ela não desistiu do intuito de chegar ao seu destino e partiu com o grupo religioso. “Seria impossível fazer aquela viagem, mas não queria desistir. Quando chegamos a Aparecida, pedi a Nossa Senhora que ela me libertasse daquele colar e que pudesse retornar ao trabalho. Quando cheguei à Canção Nova, tirei o colar para tomar o banho e pedi para Nossa Senhora me ajudar a viver sem ele. O mais interessante foi na missa do padre José Augusto, eu senti a presença de Deus nas palavras do padre, uma sensação maravilhosa onde duas colegas que estavam presentes comigo notaram a minha felicidade. Até hoje as chamo de anjos da guarda. Acredito que depois desse momento, senti que a minha recuperação estava por vir. Durante o restante da viagem, não precisei colocar o colar novamente.”

 

Novas oportunidades

Após o retorno para casa, Ivanilde usou durante um tempo o colar cervical, mas com menos frequência. Para ela, todo o processo de superação se deve ao fato da fé em união com o bom tratamento médico. Depois disso, a professora que estava fora do ramo há mais de um ano, retomou a sala de aula. “Ainda sinto dores, mas posso dizer que foi superado para quem estava prestes a ficar numa cadeira de rodas. Hoje trabalho em duas escolas e faço o que mais gosto, estar perto das crianças. Alguns movimentos no meu corpo não são tão fortes como antigamente, mesmo assim estou muito feliz. O colar está guardado, este ano não posso visitar Nossa Senhora, mas ano que vem vou levá-lo na sala dos milagres e agradecê-la”, idealiza.  

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