Amor e Sexo

01/12/2014 12:00 - Atualizado em 29/11/2016 07:07

Preservativos são vitais para a prevenção de DST e Aids

Pesquisa indica uma queda no número de usuários de preservativos masculinos.

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Redação

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Há quem reclame, quem diga que eles incomodam ou atrapalham a relação e quem use sem problemas. O fato é que, incômodos ou não, os preservativos são essenciais para uma relação sexual tranquila e segura. Além de prevenir gravidez indesejada, eles são o único método contraceptivo que oferece proteção contra as doenças sexualmente transmissíveis.

A realidade do uso de preservativos no Brasil

Apesar dos altos índices de Aids existentes no país, ou por causa deles, o Brasil é um país com fortes políticas públicas de prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis. Uma delas é o oferecimento de preservativos de forma gratuita nos postos de saúde da rede pública e em algumas escolas. Algumas ações governamentais ainda distribuem as camisinhas em eventos de grande porte.

Mas ainda falta muito para conquistar uma realidade em que jovens e adultos sejam conscientes dos riscos que correm ao participarem de uma relação sexual sem proteção. Muitas meninas acreditam que tomar pílulas anticoncepcionais basta. Mas elas não protegem contra o real risco do sexo sem segurança: as doenças, que são mais perigosas do que uma gravidez indesejada.

preservativos

A Unaids, uma agência da Organização das Nações Unidas que combate a Aids, realizou uma pesquisa que revela dados sobre o uso de preservativos pelos brasileiros entre 2009 e 2012. Os resultados demonstraram queda significativa na utilização. Entre os usuário de drogas injetáveis, o número de pessoas que utiliza caiu de 70% para 41%, sendo que 6% desse grupo possui a doença.

Na América Latina, a quantidade de pessoas que diz fazer uso da camisinha caiu entre 2009 e 2012. O mesmo aconteceu nos países ricos, onde as taxas reduziram de 60% para 50%. A entidade alertou que essa queda se deve a um sentimento de que a Aids foi vencida e não representa mais perigo, o que não é verdade. No Brasil, entre 2001 e 2012, houve um aumento de 23,3% no número de infectados.

Tipos de preservativos

Mas esses números não são reflexo das tentativas mercadológicas de fazer das camisinhas produtos mais atraentes e menos incômodos. Existem centenas de possibilidades e de diferenciações entre os preservativos, para que eles se tornem um componente a mais no prazer da relação e deixem de ser vistos como uma barreira que impede a sensibilidade.

Conheça três deles:

Preservativo comum

O preservativo comum é aquele oferecido pelos postos de saúde. Feito de látex, ele é coberto por lubrificante, que facilita a penetração. À base d’água ou de silicone, o líquido que envolve o preservativo diminui a resistência das paredes vaginais femininas.

Preservativo com sabor

Esse tipo de preservativo é muito importante para o sexo oral. Ele é feito de látex colorido e o lubrificante que o envolve tem algum sabor agradável, como morango, uva ou chocolate. É importante ressaltar que o sexo oral, quando há contato com o esperma, também é uma forma de transmissão de doenças. Herpes genital, hepatite e até mesmo AIDS são repassadas através deste contato.

Preservativo hipersensível

Este é para ajudar quem nega o preservativo por achar que o látex impede o prazer. É feito de um material extremamente fino e delicado, ficando mais justo no pênis. Ele é quase como uma segunda pele e, por isso, não impede que o homem sinta a vagina da mulher. Os laboratórios garantem que a sensação é a mesma de não usar preservativos, mas com a segurança do uso.

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