Estética

20/09/2014 08:30 - Atualizado em 04/12/2016 11:59

Escleroterapia é opção estética para tratar os pequenos vasos nas pernas

A Escleroterapia elimina ou minimiza a visualização de microvarizes na pele.

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Redação

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A escleroterapia é um tratamento alternativo para eliminar, ou minimizar a visualização de microvarizes, buscando ainda a melhora de eventuais sintomas. O processo da escleroterapia consiste na introdução de uma substância química dentro da luz de um vaso (veia), acarretando uma microtrombose e subseqüente fibrose, resultando em melhora clínica e visual das veias na área aplicada.

escleroterapia

Vantagens da escleroterapia

A grande vantagem da escleroterapia é que a chance de reaparecimento da microvarize tratada é mínimo. O que pode acontecer é o surgimento futuro de outras microvarizes, em outros lugares onde não existiam. Isto se explica pela predisposição do paciente em desenvolvê-las, que podem ser provenientes por fatores hereditários que a escleroterapia não tem como finalidade a eliminação – bem como o procedimento não elimina nenhum fator causador do pequeno vaso. A escleroterapia visa tratar as veias injetadas. Ela não objetiva a prevenção e o surgimento de novas microvarizes, em lugares onde não existem dilatações varicosas.


O procedimento é considerado seguro se aplicados por um profissional capacitado. No entanto, como quase todo a técnica estética feita por meio de aplicações subcutâneas, podem aparecer alguns efeitos colaterais que consistem em: manchas cutâneas acastanhadas, pequenas lesões, reações alérgicas (dependentes das substâncias introduzidas), dor imediata a introdução das substâncias químicas (geralmente de duração de alguns minutos, com tolerabilidade individual).

Quando a escleroterapia é indicada?

O tratamento da escleroterapia deve ocorrer preferencialmente para tratar as micro-varizes que o exame clínico com adequada iluminação demonstrou possibilidade de aplicação – geralmente caracterizada pela não demonstração de elevações na superfície cutânea. Esse cuidado deve ser tomado para que sejam evitadas as reações adversas (manchas cutâneas, lesões da pele e a ineficácia terapêutica). É sabido que os vasos de maior calibre (que fazem saliência cutânea) são mais resistentes a terapêutica instituída. Isso faz com que como consequência, os resultados sejam menos satisfatórios, podendo resultar não apenas em uma ineficácia do tratamento como também em manchas cutâneas.


No entanto, ainda que considerado um procedimento estético, a escleroterapia é um procedimento que deve ser realizado exclusivamente com um médico que tenha treinamento adequado sobre as com implicações técnicas do procedimento a ser realizado. Isso porque o profissional que institui este tratamento assume as responsabilidades sobre o mesmo. Essa restrição a um corpo médico é necessária uma vez que existem várias substâncias passíveis de serem utilizadas. A escolha depende da experiência do médico. Das características da pele do paciente e dos antecedentes alérgicos deste. Cada profissional médico tem suas preferências conjugando todos estes fatores.


Além disso, apenas um médico poderá fazer todas as recomendações necessárias sobre a escleroterapia em geral as recomendações são: repouso naquele restante do dia, evitando caminhadas, exercícios físicos. Também é indicado evitar exposição ao sol na área aplicada durante um período entre 10 e 15 dias, bem como não receber massagens terapêuticas durante o período de 5 dias na área tratada.
A periodicidade do tratamento tende a variar entre um espaço de 10 e 15 dias, no entanto, o médico define esse intervalo conforme cada caso, considerando também a substância injetada, a quantidade e as possíveis reações de cada paciente.

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