Estética

16/11/2014 12:47 - Atualizado em 02/12/2016 08:04

Assimetria mamária pode ser corrigida com cirurgia

Possíveis causas da assimetria mamária são a amamentação e o câncer de mama.

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Redação

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Assimetria mamária é quando os seios da mulher têm diferente formato, tamanho e posição das auréolas. Normalmente, essa diferença é pequena e não chama a atenção.

O que é a assimetria mamária

Entao, quando se fala em assimetria mamária, se faz necessário considerar as mais diversas situações da mama junto ao peito: as duas, ou apenas uma delas, podem se situar mais para determinado lado ou apontando para lados opostos; ou muito unidas, uma mais abaixo em comparação com a outra, ou ainda com formas distintas, como uma mais arredondada que a outra e assim por diante.

Esse é um problema que também pode aparecer ou se tornar mais aparente ao término da fase de amamentação, principalmente nos casos em que o bebê tem preferência por uma dos seios da mãe. Portanto, para evitar que as mamas se diferenciem muito, é importante apostar na alternância do oferecimento enquanto amamenta.

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Mas não é apenas a amamentação a culpada. O câncer de mama também pode acabar levando à assimetria mamária. E até alguns homens podem vir a apresentar o problema, com a ocorrência de uma doença pouco conhecida à qual se dà o nome de ginecomastia.

A assimetria pode ser apresentada em vários níveis. A mais leve e comum está presente na grande maioria das mulheres, quando os seios têm uma pequena diferença de tamanho ou formato entre si. Já a mais grave, na qual a paciente nasce sem uma das mamas e sem o músculo abaixo, a chamada síndrome de Polland, é rara. No entanto, existe tratamento, e a simetria alcançada através dele deve respeitar esse grau, sendo que nos casos mais graves pode ser necessário mais de um procedimento cirúrgico.

A cirurgia para corrigir a assimetria mamária

Indicada para mulheres que já atingiram o desenvolvimento completo dos seios, no final da puberdade, se trata de um procedimento hospitalar, que requer anestesia. Ela pode variar de local com sedação até anestesia geral. A necessidade depende da complexidade da correção a ser feita. O tempo de duração é de, em média, uma a três horas.

A pessoa está autorizada a retornar às atividades normais depois de aproximadamente duas semanas da correção da assimetria mamária. O pós-operatório, porém, vem sempre acompanhado de edema e equimoses. Ou seja, a região em que foi realizado o procedimento apresenta inchaço e manchas roxas. No entanto, o desconforto da paciente pode ser classificado de leve a moderado, com as características comuns ao mais variados tipos de manipulação cirúrgica.

Em se tratando de resultados, quando a assimetria mamária é corrigida através de redução, o efeito é permanente, mas pode ser notado um pequeno aumento com o ganho de peso ou alguma mudança hormonal. Os implantes, utilizados para corrigir seios menores, por sua vez, exigem acompanhamento e revisão, de acordo com a recomendação médica ou sempre que houver necessidade.

De maneira geral, como as mamas passam por diversas modificações ao longo dos anos, o mais indicado é manter uma rotina de acompanhamento que possa monitorar a ação da gravidade e do envelhecimento da pele e dos músculos da região, garantindo assim que o procedimento adotado seja eficaz pelo maior tempo possível.

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câncer de mama
saúde
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