Cabelos

18/03/2015 11:46 - Atualizado em 25/11/2016 09:54

Mitos e verdades: Desvende tudo sobre calvície masculina

A calvície masculina é genética e pode dar os primeiros sinais em qualquer idade.

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Redação

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Apenas no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira para Estudo do Cabelo (SBEC), 42 milhões de homens sofrem com a calvície masculina. Entre os 20 e os 30 anos de idade, 10% deles desenvolvem o problema, sendo que oito de cada dez homens com menos de 70 anos são calvos por fatores hereditários.

Os dados se completam com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). No mundo todo, metade da população masculina terá calvície, em graus diferentes, até os 50 anos.

Quem ou o que culpar? A testosterona, que é também responsável pela queda de cabelo. O processo pode ser rápido ou lento, dependendo da idade. Descubra mais sobre a calvície masculina e alguns procedimentos para tratá-la.

calvicie masculina

Mitos sobre a calvície masculina

Existem muitas histórias sobre a calvície masculina que nunca se comprovaram. Homens com muito pelo no corpo, por exemplo, não possuem nenhuma prova concreta de que tendem a ser mais calvos. Outro mito é de que calvos são menos propensos a desenvolver câncer de próstata. Não há nada cientificamente comprovado acerca disso.

Dermatite seborreica, normalmente conhecida como caspa, não causa calvície. Ela aumenta a queda dos cabelos, mas não o suficiente para deixar um homem calvo.

Também não há faixa etária para o problema surgir. Pode ser antes dos 20 anos ou depois dos 40. O fato é que, quanto mais velho o homem, mais lento é o desenvolvimento. Cerca de 90% dos fatores de calvície masculina genética aparecem após a faixa dos 40 anos.

Impotência sexual e calvície também não têm nada a ver. Algumas pessoas acreditam que os medicamentos para evitar o problema causem problemas na hora H em função da química dos compostos. No entanto, esses remédios costumam não apresentar risco, tendo como base elementos fitoterápicos, que saem das plantas sem grandes efeitos colaterais.

Boné e tintura de cabelo também não deixam o homem calvo. Alguns compostos das colorações podem interferir na qualidade do cabelo, mas não provocar a calvície. No caso dos chapéus, eles são capazes apenas de favorecer o surgimento da seborreia, em função do calor.

Tratamentos para calvície masculina

O tratamento para calvície masculina é longo e os resultados demoram a aparecer. Em geral, quando a propensão genética é alta, dificilmente se obtém a cura, mas o processo pode ser retardado e o tratamento, eficiente.

O medicamento mais utilizado pelos calvos é o minoxidil, que funciona como um vasodilatador de uso local. Ele atua sobre os receptores androgênicos do pelo, ajudando a bloquear os derivados da testosterona. Quando a queda é muito forte, o médico recomenda maiores concentrações.

Outro remédio é a finasterida. Porém, ele funciona em longo prazo, dando resultado efetivo apenas em 20% ou 30% dos homens que o utilizam. O tratamento, em casos de impressão genética intensa, é feito por toda a vida, em doses terapêuticas.

Nos casos de calvície adiantada, é recomendada uma cirurgia de restauração capilar. O homem passa por um tratamento clínico que auxilia a restaurar os fios e aumentar a quantidade de cabelos sem perder a naturalidade deles.

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