Terceira Idade

06/11/2014 03:43 - Atualizado em 30/11/2016 08:02

Exercício funcional é opção na terceira idade

Exercício funcional trabalha todos os grupos musculares de forma orgânica.

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Redação

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Embora seja impossível evitar o envelhecimento, adotar práticas benéficas ao organismo e cultivar hábitos positivos é uma decisão ao alcance de todos. Mais do que um lazer, a prática de atividades físicas é uma questão de saúde.

Com a chegada da terceira idade, nosso corpo e mente sofrem alterações inevitáveis, ocasionando limitações principalmente de ordem física. Nesse contexto, o exercício funcional pode contribuir para a adaptação ao novo estilo de vida, propiciando o bem-estar e melhorando de forma geral a saúde de cada um.

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É importante lembrar: se não houver adequação de hábitos físicos e alimentares, várias doenças podem surgir nesse período específico da vida, em virtude da fragilidade do organismo, como hipertensão, depressão, obesidade e osteoporose. Tenha em mente também que a iniciativa precisa partir unicamente de você, afinal ninguém pode realizar exercícios físicos no seu lugar.

Exercício funcional trabalha todos os grupos musculares

Um dos principais benefícios associados à prática do treinamento funcional está na integração dos grupos musculares exigidos durantes os exercícios. Ao explorar os movimentos naturais do corpo, tais como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar, a musculatura é trabalhada de forma global.

Essa integração faz com que os benefícios afetem a estrutura do corpo de modo geral, alcançando um dos principais objetivos das atividades físicas entre os idosos. Dessa forma, há aperfeiçoamento do equilíbrio, além de aumento da flexibilidade, do condicionamento, da resistência e da agilidade.

Antigamente, o exercício funcional era indicado apenas para atletas de alto rendimento, em virtude do alto grau de esforço exigido nas atividades. Com a adequação da intensidade dos exercícios, no entanto, verificou-se que a restrição era infundada: o treinamento funcional pode ser realizado por praticamente todas as pessoas, independentemente de idade ou sexo.

A popularização dos treinos funcionais está ligada ao dinamismo dos exercícios: ao contrário do que ocorre na musculação, que trabalha movimentos mecânicos em eixos isolados, por meio do uso de aparelhos específicos, o treinamento funcional incorpora atividades naturais do corpo. Assim, quem não consegue se adaptar à rotina de treinos monótonos da musculação, preferindo atividades mais dinâmicas e aeróbicas, que possam ser realizadas também ao ar livre, acaba optando pelo exercício funcional.

Exercício funcional varia de caso para caso

Ao criar a rotina de treinos, o especialista em educação física irá considerar fatores como idade, peso e hábitos alimentares, entre outros. Além disso, o tempo dedicado à atividade também costuma variar. Enquanto alguns idosos começam com atividades de baixo impacto, com duração de vinte a trinta minutos, outros, cuja rotina é menos sedentária, aguentam treinos mais longos e intensos. Lembre-se: respeitar as próprias limitações é fundamental para prevenir o surgimento de lesões.

Além disso, os treinos são focados nas necessidades específicas de cada praticante e não costumam se repetir, o que também contribui para a diferenciação e o dinamismo. De modo geral, no entanto, as sequências de exercícios fazem uso de bases instáveis, como bolas de ginástica, pranchas e bastões. Essa condição permite que as atividades sejam praticadas em casa ou mesmo em parques, oferecendo comodidade e conveniência ao idoso.

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