Exercícios e Treinos

11/06/2014 09:00 - Atualizado em 26/11/2016 10:55

Caso de superacão: Balé aos 60 anos, sim você pode!

Ela venceu a vergonha da idade e do peso e voltou a dançar.

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Redação

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Ela estava com 37 anos quando resolveu entrar para as aulas de balé pela primeira vez, esta é a história de Claudia Richer, que já não era uma menina e muito menos magra como as outras bailarinas, quando decidiu realizar o sonho dançar na ponta dos pés.

De cara Claudia não teve um desempenho brilhante, mas aos poucos foi acertando o passo, tendo a seu favor pré-requisitos muito mais importantes que o preparo físico: a vontade de acertar e o amor pela dança.

Quando enfim, conseguiu subir e descer num grand-plié sem cair, acertar o pás de bourre sem trocar as pernas e subir na tão sonhada sapatilha de ponta, ela teve que parar.

“Na vida, como nem sempre a música toca do jeito que a gente gosta, precisei parar durante um bom tempo. Não deu para ser diferente e quebrei um juramento que fiz que por nada desse mundo largaria o balé. Mas entendi que não dava para lutar contra o tempo e me conformei”, conta.

Anos depois, Claudia reencontra uma antiga professora que a estimulou voltar para as aulas. Tania Fonseca, do Centro de Movimento Deborah Colker, convidou a ex-aluna e amiga, agora já nas faixa dos 60 anos!!!, a integrar uma turma a noite.

“Além de proporcionar disciplina e concentração para quem pratica, o balé tem algo de mágico que vem da alma. Então tudo bem se a aluna não consegue fazer a quinta posição corretamente, mas seu braço ganha graça e leveza. Os movimentos são superfemininos e acho que isso é o que traz tantas mulheres para a dança”, afirma Tania.

E se a pirueta de quarta não acontece, se as pernas não saem ao mesmo tempo no sissone ou os braços em arabesque falham, tem a satisfação de tentar, tentar... até conseguir.

“Com o passar dos anos o corpo muda e já não obedece mais, não adianta. Mas, aos 60 anos, eu não estou em busca de formas perfeitas, procuro uma atividade saudável para o corpo e para a alma, mergulho de cabeça na emoção. Acho que superação é vencer a vergonha pela idade, por estar acima do peso e ainda assim ter paixão por arrumar os cabelos em coque, colocar rede, sapatinha e collant”, conta Claudia.

Que tal deixar o estímulo da Claudia contagiar você? Vivo Mais Saudável está na torcida!

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